Mostrando postagens com marcador Gastronomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gastronomia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Onde ir...

São Paulo é a cidade que nunca dorme. Não dorme porque oferece serviços dos mais variados a qualquer momento. Shows, exposições, peças de teatro, chuva, trânsito, ônibus lotado – tudo isso 24 horas por dia. É a capital dos negócios, da oportunidade, da cultura, do Corinthians e da garoa. E também, a capital mundial da gastronomia!

Dentre as várias listas de “melhores da cidade”, selecionei a da revista Go Where. São ótimas opções para quem é bom de garfo e (em alguns casos) bom de cartão de crédito também – é saber escolher e apreciar.

Clique na imagem para ler a reportagem completa.

Recomendo o chopinho do Filial; a porção de coxinha do Frangó; o filé à Boheme do Lellis; os lanches da Deôla; e o Pic Burger do Fifties.

E pra você, qual é a boa?

domingo, 15 de março de 2009

O sócio se foi!

Cá deste lado do mundo, onde a razão não tem razão, fiquei sabendo tardiamente que o “sócio” morreu na segunda-feira de carnaval. Um alô para Narciso Moreno!

Quem?

Se você já se aventurou pela noite de São Paulo e experimentou os bares da “antiga boemia”, com certeza você conheceu o “sócio”!

Narciso Moreno era o dono e fundador do famoso boteco de batidas “Cu do Padre”, em Pinheiros.

Um simpático velhinho - acompanhado quase sempre de uma mulher que corria pra lá e pra cá atendendo as mesas numa esquina escura atrás da Igreja do Largo de Pinheiros – que quando ia ter com os clientes soltava: “fala sócio”. Ao cobrar a conta, agradecia: “obrigado, sócio”.

Para se comunicar com sua “assistente” ou com os “sócios”, ele fingia um contato por rádio e mandava um “câmbio” ao final da frase! Uma figura.

Não conheci batida de coco melhor do que a dele, sem falar do sanduíche de calabresa com picles. Sensacionais!

O seu Narciso morreu aos 81 anos! Já faz três semanas que ele está no céu, fazendo batidas.

Hei sócio, cuidado com o nome que você dará ao seu boteco aí em cima! Talvez o pessoal nessas paragens não seja tão tolerante quanto o padre de Pinheiros.

"Saindo uma de maracujá, câmbio!"

terça-feira, 22 de abril de 2008

Olá...

Colaborar no blog dos meninos não é uma das tarefas mais fáceis, ainda mais por ser um espaço com visão totalitária masculina (rs). Depois de algumas “broncas” do Sr. Zanardi, resolvi engrenar com participações mensais no CGC.

Trabalho no portal de gastronomia Vamos Comer e tenho algumas participações no Canal Universitário (apresentação de telejornal e programas de entrevistas). Jornalismo é minha paixão.

Que as gotas do cotidiano sirvam como reflexão e democratização daqueles que participam diretamente ou indiretamente desse espaço. E lá vamos nós...

Para aqueles que gostam de reunir os amigos e curtir um happy hour, a sugestão é o Bar Brahma, que este ano completa 60 anos. Sua história está interligada com os acontecimentos políticos e sociais da cidade.

Acompanhem a matéria na íntegra no vamoscomer.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A cerveja mais cara do mundo

A Carlsberg, uma das maiores e mais populares cervejarias da Europa, acaba de elevar nossa querida cervejinha do dia a dia ao mesmo nível dos melhores vinhos, champanhes, conhaques e whiskies do mundo.

Trata-se da Carlsberg Vintage n°1, cerveja do tipo Strong Ale, conceituada pela fabricante escandinava como a primeira "gourmet" do mercado. Sua composição conta com notas de caramelo, baunilha e carvalho – proveniente dos barris onde é armazenada, importados da Suécia e França. Com 10,5% de álcool, coloração castanha e pouco creme, a bebida é indicada para acompanhar queijos e sobremesas*.

Mas não é só isso que faz da Vintage n°1 uma cerveja especial. Para tornar o produto ainda mais exclusivo, a Carlsberg pretende produzir apenas 600 unidades esse ano. Toda essa frescura vem acompanhada de um preçinho batuta: US$ 400,00 (aproximadamente 720 reais) a garrafa!!!

Ah, se você gostou da oferta, corra. Por enquanto a bebida é encontrada apenas em três restaurantes de Copenhague. Aproveite!

* Cerveja com sobremesa deve dá um revertério, malaaandro...!!

sábado, 19 de janeiro de 2008

Etiqueta japonesa

Por Raquel Vito

***
Você é do tipo que evita ir a um restaurante japonês por não saber manusear o hashi, o owan, o massu, o tchawan?

Os hábitos e costumes da terra do sol nascente ganham cada vez mais adeptos no Ocidente. A tradição milenar está presente em desenhos, filmes, músicas e principalmente na culinária que oferece uma diversidade de gostos, aromas e temperos.

A procura pela comida japonesa ocorre por diversos fatores, mas principalmente, por ser uma culinária saudável, que contêm cálcio, proteína, omega 3 e um baixo teor de açúcar.

Hashi
Especialista em etiqueta japonesa, Roseli Yumi Kawamura explica algumas regrinhas para não fazer feio no restaurante. "Comer de garfo sushi e sashimi, espetar o palitinho no arroz são as principais gafes", explica Roseli que foi responsável pelos preparativos da vinda do Imperador do Japão ao Brasil.

Os orientais seguem um rito todo especial. Pedir para substituir o hashi pelos talheres é visto como uma imposição da cultura dominante, ocidental. Muitos restaurantes oferecem o hashi (os pauzinhos) com o elástico, para que as pessoas adquiram o hábito de comer com o utensílio.

Utilizar as mãos para comer é permitido no caso do sushi (bolinho de arroz com peixe). São oferecidos aos clientes o oshibori (toalhinhas umedecidas a vapor), utilizadas para limpar as mãos.

"Enquanto você não tem habilidade com o hashi, nada é gafe". No processo de aprendizagem é comum alguns alimentos escorregarem, isso não é motivo de pânico. "Se cair no próprio prato você pode continuar comendo, a habilidade vem com o treinamento", afirma a consultora.

Perguntar o que vem na descrição de um prato não é falta de educação. Segundo Roseli, no Japão o bom sushiman é aquele que olha o cliente que está no balcão e faz o sushi do tamanho da boca do freguês para ser comido de uma vez só.

Na degustação dos pratos também é importante ficar atento para algumas dicas. O sushi não deve ser cortado nem mordido, tem que ser degustado por inteiro. O peixe deve sempre ficar virado para o lado da língua, pois permite um melhor paladar. O correto é molhar o peixe no shoyu e não o arroz. "Tem pessoas que deixam por muito tempo o bolinho no shoyu aí esfarela tudo. Isso é uma deselegância com o sushiman que teve o cuidado em trabalhar o arroz e cortar o peixe", comenta Roseli.

O saquê também obedece a um cerimonial. A mulher deve segurar com as duas mãos, sempre colocando uma mão abaixo do tchawan (copo) e a outra mão na lateral no utensílio. Os homens utilizam apenas a mão esquerda para pegar o copo.

Os pratos não seguem uma seqüência, entre frios e quentes, podem ser servidos juntos. As saladas com vegetais acompanhadas de polvo, lula ou camarão são ricas em proteínas. "No próprio sushi e sashimi tem nabo desfiado, leque de pepino, gengibre, muita verdura para dar equilibro na alimentação", revela Roseli.

O barulho emitido pelos japoneses enquanto saboreiam a comida, para muitos, pode parecer falta de educação, mas na cultura oriental é justamente o contrário. Quanto maior o barulho, maior a apreciação.

Mais detalhes você encontra no site www.vamoscomer.com.br.

***
Esse texto é dedicado à equipe Kamikazes do Belém, recordista mundial de ingestão na Copa do Mundo de comida japonesa em Fukuoka. Foram: 58 temakis, 237 sashimis, 143 sushis e 25 litros de sopinha em menos de 2 horas. Parabéns Anderson, Rodrigo e William. No final do torneio foi encontrado um banheiro totalmente destruído pelo poder gástrico de um dos participantes. As investigações continuam...