terça-feira, 16 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Brasil e Irã
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A grande pergunta é...
domingo, 31 de outubro de 2010
Pra embalar o feriadão...
... no clima das Eleições 2010, espero que todos tenham feito como a Plebe e eu!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O 2º turno das eleições presidenciais
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Edu Zanardi
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Marcadores: Eleições, Gerais, Instantâneas, Política
Tweetardomingo, 3 de outubro de 2010
Tropa de Elite 2
O fato de não poder filmar na Câmara dos Deputados, em Brasília, te chateou?
Mas é curioso ele ter achado...
Nessa hora eu me lembro de outro filme: OLHA QUEM ESTÁ FALANDO!!!!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Eleições 2010

Vote com consciência!
terça-feira, 1 de junho de 2010
A política do CGC
Temos recebido milhões de e-mails questionando a atuação do blog nas eleições 2010 e principalmente querendo saber por onde andam nossos editores especializados em política.
Pois bem, respondo: tanto o CGC quanto seus respectivos editores são brasileiros, portanto, assunto sério (e até mesmo política), só depois da Copa, tenha dó!
Obrigado pela compreensão.
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Edu Zanardi
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Marcadores: Copa do Mundo, Eleições, Política
Tweetarterça-feira, 20 de abril de 2010
Sacanagem do Google?
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Anderson
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Marcadores: Humor, Instantâneas, Política, Variedades
Tweetarterça-feira, 6 de abril de 2010
Os cariocas, a grama do vizinho e o clima
Fazia um calor infernal, com 33 graus às 23h. Fiquei hospedado na casa de um amigo, a 500 metros do Estádio do Maracanã, na Tijuca, o que aumentava ainda mais a temperatura na semana que antecedia os jogos finais do Campeonato Brasileiro.
Naqueles dias, em São Paulo, a chuva destruía uma parte da cidade. O noticiário carioca mostrava os desabamentos, enchentes e lágrimas. Provavelmente, por seu lado, os telejornais paulistas tratavam da troca de tiros nos morros cariocas por conta da tal UPP (Unidade de Polícia Pacificadora).
Enquanto almoçava, na Vila Isabel, ouvi um carioca, com os “erres” e “esses” sublinhados, dizer algo como: “é só chover lá que os paulixxxtas ficam em baixo d’água”. Gargalhadas. Na TV, o jornal local mostrava os problemas em Carapicuíba e na zona leste de SP.
Lembro-me de ter pensado: “é engraçado, lá em SP os caras devem estar metendo o pau no RJ por conta dos morros; aqui, eles noticiam e ironizam a incapacidade crônica dos paulixxxtas em lidar com as chuvas”.
Em se tratando de certa rivalidade Rio-São Paulo, a grama do vizinho é sempre menos verde do que a nossa.
Chove há quase 24 horas no Rio. São, até agora, 95 mortos no estado (com cerca de 40 na capital). Em São Paulo, choveu torrencialmente durante 47 dias (com poucas horas diárias de estiagem). Por aqui, morreram 78 pessoas nesse período. O Rio enfrenta a maior chuva em 44 anos! Em SP, caiu água como não se via há 70 anos!
Fiquei com o ouvido colado ao rádio por boa parte do dia de hoje. Na Globo News, vejo agora o prefeito Eduardo Paes falando. Antes, assisti às entrevistas do governador Sérgio Cabral e do presidente Lula.
E estou impressionado com uma diferença fundamental: há - nas entrevistas, análises técnicas e comentários - um ar de colaboração, de condolência, de compreensão com a situação caótica dos cariocas e fluminenses, incluindo-se aí os próprios governantes.
Afinal de contas, trata-se de algo extraordinário: a maior chuva em quatro décadas!
Em SP, em situação semelhante ou pior, o clima era bem menos amistoso e menos compreensivo. As críticas eram mais ferozes – além de politizadas. À época, parecia que a chuva em SP era apenas uma brisa que destruía a cidade. Hoje, parece que o RJ passou por um tsunami e que, por sua excepcionalidade, merece compreensão.
Vai entender... Pau que bate em Chico não bate em Francisco!
Se é que posso assim dizer, prefiro, em casos excepcionais, a suposta “não-politização-compreensiva” carioca à “crítica-politizada” paulistana! A sensação de solidariedade ajuda a sair do buraco.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Rabo preso?
PêEsse: quem foi ontem ao estádio do Pacaembu assistir a vitória corintiana de 2x1 frente o Cerro Porteño (PAR), jogo realizado as 19h15, pode comentar o tão gosto que é sair do estádio cedo, tomar uma cerveja e papear sobre a partida tranquilamente...
segunda-feira, 29 de março de 2010
E o que virá?
Diante do exposto no texto anterior faço uma aposta arriscada de prever o futuro.
1) Teremos uma eleição acirrada e com candidatos que não tem o mesmo carisma dos presidentes anteriores. Os acirramentos se desdobrarão durante o exercício do mandato.
2) Que a mídia, que na reeleição de Lula perdeu uma eleição pela primeira vez após o fim da ditadura, exercerá papel fundamental na opinião que se formará sobre quem vença as eleições, assim como os movimentos sociais tendem a ser mais combativos no próximo quadriênio. Tudo dependerá dos resultados eleitorais. Cada pólo político tem suas armas e nenhuma figura capaz de ser força aglutinadora, por enquanto, como o foram FHC e Lula.
3) Que partidos que não se lançam na arena política aparecerão, cobrando altas faturas, para apoiar qualquer que seja o vencedor. Ou alguém acredita que nossa criatividade política é tão maior do que qualquer outro povo para termos mais de 20 partidos políticos?
Eleições e popularidade
A rodada de pesquisas Datafolha no final de semana não é surpreendente em seu cerne central. Serra sai na frente e Dilma tem fôlego. Os outros são figurantes com direito a protagonismos eventuais. A campanha mesmo só depois da Copa.
A popularidade de Lula, no entanto, é algo que merece uma reflexão associada ao período FHC-Lula.
1) A alta popularidade de Lula favoreceu a inexistência de crises sistemáticas ou mesmo institucionais. Crises políticas, por certo, existiram e fazem parte do jogo. Se Lula tivesse uma popularidade medíocre o país teria entrado em uma série de ameaças de golpismos etc. De um lado os movimentos sociais, de outro a mídia e os setores mais conservadores. A polarização seria mais acirrada. Notem que, com tamanha popularidade, pelas páginas dos jornais a impressão é de uma catástrofe retumbante. Agora, imaginem, se o governo não tivesse robustos índices de popularidade?
2) E o que FHC tem a ver com isso? Que o governo dele não teve a popularidade de Lula, nem no auge do real, mas também não teve crises institucionais. A questão é inversa: FHC, o “príncipe da sociologia” tupiniquim, tinha (e tem) simpatia e grandes defensores entre os formadores de opinião com lugar reservado na imprensa, com especial destaque para alguns veículos. A carência de sustentação popular era contraposta àquele apoio.
domingo, 28 de março de 2010
Eleições 2010
Esse aumento de temperatura vem obrigando alguns jornalistas a pedirem moderação ou até mesmo a vetarem certos tipos de comentários que, provavelmente, se fossem feitos em outros meios de comunicação, resultariam em processos.
Além disso, começaram a surgir denúncias de recebimento de verbas públicas feitas por jornalistas teoricamente “serristas” aos “dilmistas” e vice-versa, o que transforma a internet em um local onde a chamada “guerra-suja”, comum em períodos eleitorais, caminha com mais desenvoltura.
Infelizmente, a tendência é de piora constante até outubro, o que acaba limitando o debate político, pautado pelo anonimato e pela baixaria.
quarta-feira, 24 de março de 2010
O CQC, a TV e a cabeça do brasileiro
Os simpáticos jovens de terno preto decidiram presentear uma prefeitura qualquer, escolhida por sorteio, com uma TV de plasma para ser doada a uma escola municipal. Para ter certeza do seu destino, o programa instalou um GPS no televisor.
Barueri foi a cidade sorteada e a Secretaria de Educação recebeu o aparelho, que passou a pertencer, pois, ao Patrimônio Público.
Porém, a TV não chegou até a escola. Seu destino foi a casa de uma funcionária da prefeitura. (Clique AQUI para assistir à entrevista com o prefeito de Barueri)
Por quê? Ah, talvez porque ela tenha gostado da tela plana ou porque precisasse de uma televisão nova.
Ou, quem sabe, porque ela, tal qual significativa parcela dos brasileiros, não viu problemas em se apropriar de algo que é público.
Esse caso não revoltará, certamente, 17% dos brasileiros, que consideram que “se alguém é eleito para um cargo público, deve usá-lo em benefício próprio”. Nem incomodará 74% (sim, três quartos da população!), que pensam que “cada um deve cuidar somente do que é seu, e o governo cuida do que é público”.
Esses dados estão no livro “A Cabeça do Brasileiro”, do sociólogo Alberto Carlos de Almeida, lançado em 2007 pela editora Record.
Uma boa dica de leitura para os interessados em saber o que os brasileiros pensamos (claro, a partir de pesquisa com metodologia específica e explicada no início do livro) sobre ética, sexualidade, jeitinho, fatalismo, raça, política etc.
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Anderson
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Tweetarquarta-feira, 10 de março de 2010
Lula e a lógica do nós-e-eles
Não bastasse o seu silêncio sobre o caso durante a visita a Cuba, Lula agora compara os dissidentes cubanos aos “bandidos de São Paulo” – segundo a lógica torta do presidente, trata-se da mesma situação – para condenar a greve de fome como protesto pela liberdade dos presos políticos.
Essa declaração não deixa de ser, além de repugnante, curiosa. Segundo Lula, os presos foram detidos de acordo com a lei da Ilha, logo não haveria o que se discutir. Lula teria toda a razão se não fosse Cuba o que é: uma ditadura.
Pelo raciocínio do nosso presidente, a sua prisão no início da década de 1980, quando já era um ex-dirigente sindical, pelos “homens” de Figueiredo não deveria ser questionada. Afinal de contas, ele fora preso de acordo com as leis do regime à época. Errado: ditadura, goste Lula ou não, deve ser questionada e combatida!
Sabem o que Lula fez na prisão? Greve de fome! Exatamente o que, hoje, ele condena.
Lula se esqueceu disso? Claro que não! Faz parte da sua trajetória mítica rumo ao topo, conforme mostrou o filme sobre a sua vida, constantemente envernizada por ele próprio.
Mas é que Lula funciona mais ou menos assim: se é a “nosso” favor, tudo! Para “eles”, nada! Mesmo se isso ocorrer ao arrepio da lei e da democracia.
Esse nós-e-eles serve para vários casos.
Honduras, por exemplo! O presidente Zelaya foi deposto de acordo com a Constituição democrática hondurenha. Mas como ele fazia parte do “nós”, a diplomacia brasileira e o próprio presidente resolveram interferir diretamente, reclamando, inclusive, que não houvera impeachment, peça não prevista na Carta de Honduras. Neste caso, Lula não argumentou dizendo que as leis previam tal deposição. Pelo contrário, a gritaria foi geral e as acusações de "golpe militar" pululavam no Governo.
Como se trata, em Cuba, de dissidentes do regime de seus “amigos”, os irmãos Castro fazem parte do “nós” e os presos políticos, em situação semelhante à vivida por Lula em 1980, são “eles”.
E assim as coisas caminham nas relações internacionais com a Venezuela – onde há, segundo Lula, “democracia até demais” –, Bolívia, Equador, Colômbia (neste caso, com o pólo invertido), entre outros.
Lamentável.
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Anderson
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Tweetardomingo, 31 de janeiro de 2010
Frase para reflexão
"O PSDB leva no bolso, O DEM leva na meia, o PT leva na cueca e o povo leva no mesmo lugar de sempre."
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Parem as máquinas 2
Penso que outra coisa interessante sobre os jornais é como a política ainda é o eixo central das análises e os periódicos estão excessivamente alinhados a favor ou contra qualquer coisa. Falo da política, pois na economia já há algum tempo que não existe mesmo qualquer forma de divergência. Não que concorde, mas é uma constatação.
O que representa este alinhamento no campo da política? A simplificação de escolhas e a repetição de slogans na profundidade de um pires.
E isso ocorre não apenas no Brasil. Mas imaginemos se as enchentes de SP fossem com outro governante? Quais seriam as manchetes?
Veja o que está acontecendo com o tal Plano dos Direitos Humanos: a despeito da balbúrdia provocada pelo próprio governo, as linhas editoriais só nos faltam pedir para que façamos um verdadeiro movimento de desagravo às Forças Armadas. Parece que chegará o dia em que teremos que agradecer ao Exército por não permitir a abertura dos documentos sobre a ditadura, pois isso evita o revanchismo.
Ou ainda, solicitar à Katia Abreu, a senadora do agronegócio, que defina o que é ideologia e nos ensine como fazer com as temáticas relacionadas a movimentos do campo.
Não digo que estes temas não devam ser debatidos, mas são tomados a priori como motes para desgastar o governo e, com isso, mesmo contrariando o que pensam, passam a reproduzir como se fosse a própria salvação. Por acaso, a descriminalização do aborto não deve ser debatido? A união civil entre pessoas do mesmo sexo? O acesso à memória e ao passado?
Há exageros, sem dúvida, mas num governo que recua sempre depois que a crítica se torna ensurdecedora, estaremos ainda mais distantes de avanços em pontos que outros países já avançaram. E este é o país do futuro que está chegando?
Outro exemplo: Na Argentina, por oposição a CFK, não se questiona a discussão econômica sobre se o governo deveria ou não usar os recursos estocados no BC para evitar o calote, mas apenas o apoio a um tecnocrata e que pode ferir e desestabilizar ainda mais o governo da presidenta.
Mesmo nos EUA, Obama comeu o pão que o diabo amassou por causa de seu projeto sobre a saúde.
Fico por aqui, pensando que os blogs hoje também representam um espaço arejado e mais democrático, mesmo considerando que em muitos deles as pessoas querem eliminar o oponente e não reconhecer a contradição, fundamento básico de qualquer sociedade que se pretenda minimamente aberta e plural.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Entrevista com Zé Alves
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Brevíssimas, ou nem tanto
A entrada de Marina Silva e Ciro Gomes na briga pelas eleições de 2010 agitou o cenário político. As cúpulas petista e tucana terão de tirar o seu cavalinho da chuva, pois a ideia de criar o “dilema Serra-Dilma” foi por água abaixo. Melhor assim...
Alguém viu o Ciro Gomes no Canal Livre, domingo à noite? O “moço” parecia uma matraca. Por várias vezes ele sufocou as perguntas, falando por cima delas. Mesmo diante das ofensivas de Mitre e Casoy, o deputado distribuiu “tapas” por todos os lados. E recorreu a um expediente muito inteligente: falou o tempo todo como membro da base governista, assumidamente, inclusive chamando de golpista a oposição que fez barulho à época do mensalão. A impressão: ele e Lula são como unha e carne!
O governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, chamou o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, de “viado fumador de maconha”. Pronto, tumulto iniciado. Sugestão ao Minc: recorra ao inglês e faça um trocadilho com o sobrenome dele, cara!
Após ver sua fortuna escorrer pelo ralo das pensões alimentícias, Romário vai entrar para a política. O baixinho se filiou ontem ao PSB. E, já na primeira entrevista, Romário mostrou que não tem, no palanque, a mesma habilidade que tinha na área e que o consagrou. Ele disse que estava muito contente por ter se filiado ao... PSDB. As claques gritaram desesperadas: “PSB, PSB”! Sim, baixinho, ainda que seja apenas de sigla, há uma diferença entre o Partido Socialista Brasileiro (onde você está) e o Partido da Social Democracia Brasileira.
A embaixada brasileira em Honduras está numa sinuca de bico. O corpo diplomático está rebolando para dizer que o Zelaya chegou lá sem nenhum plano e sem o “Brasil” saber. O próprio Zelaya, deitado em sua caminha, já disse que o “Brasil” não sabia de nada. Sei não! Não bastasse a saia justa, el bigodón começou a agitar desde a embaixada. Resultado: cortaram luz, água, telefone. Gritamos. Eles religaram, mas cercaram o prédio para evitar quaisquer tipos de contato entre o ex-presidente e militantes. Tá aí, já temos assuntos para marcarmos uma cerveja: o Brasil não está interferindo diretamente nos assuntos internos de outro país? O governo é golpista? Por que Zelaya não veio se “asilar” no Brasil? Micheletti vai cumprir a sua palavra de “passar o bastão” após as eleições de novembro? É, um engradado é suficiente para começarmos a pensar sobre o tema.
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Anderson
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Marcadores: América Latina, Internacional, Política
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