
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Patrick Swayze

Pra começar a semana!
Pra começar muito bem a semana!
Aline Calixto, talentosa cantora mineira.
Com sua bela voz, sensualidade e um maravilhoso sorriso.
PêEsse: E belas pernas também!
domingo, 13 de setembro de 2009
Quando...
Quando as lembranças insistem em rondar
Quando as malditas mensagens insistem em escapar
Quando a tristeza se apropria do pensar
Quando temos motivos para rir e não conseguimos
Quando a paciência é necessária
Quando o anoitecer é torturante
Quando tomar “uma” é a salvação
Quando esperar a segunda-feira é a melhor opção!
Final de novela
Assisti poucas vezes, mas como bom noveleiro que sempre fui, e por todos os comentários que escutei não ficava difícil saber o que o final da trama reservava.
Uma cena em especial me chamou a atenção e confesso que fiquei chocado com tamanha displicência para o que deveria ser o ponto alto do capítulo. O reencontro da Maya com o Raj foi estranhíssimo, ela estava toda de branco, chorando, sem o filho e achando que o marido estava morto. De repente ela está com outro vestido, cheia de jóias, correndo para abraçar o amado, e as pessoas que estavam em volta simplesmente desapareceram?!? Só restando o casal em cena. Não houve nenhuma dramaticidade, deu impressão que foi tudo feito nas coxas, com pressa. Ficou muito esquisito, poderiam ter caprichado um pouco mais.
Apesar de já não ter mais paciência e nem tempo pra acompanhar uma novela do começo ao fim, gosto desse clima de último capítulo. Tudo dá certo, fica leve, os casais apaixonados se casam, outros flertam e deixam a impressão de romance no ar, os vilões são punidos, são reconciliações, arrependimentos, sorrisos, alegria e fica aquela impressão de que tudo, aconteça o que acontecer, sempre vai dar certo.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Há oito anos...
Postado por
Anderson
às
12:29
1 comentários
Marcadores: História, Instantâneas, Internacional
TweetarPra embalar o fim de semana!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Allen Lily
Porém, musicalmente Lily Allen inverteu os discos. Se no primeiro álbum o artista geralmente segue uma linha de produção musical correta e sem invencionices ou experimentos, nos trabalhos seguintes normalmente são testados, ou tentados, saltos maiores. Pois Lily fez exatamente o contrário. Em seu primeiro álbum, Alright, Still (2006), a moçinha atira contra ex-namorados, garanhões e qualquer coisa que se mova em Londres – e isso inclui também seu irmão! Além das letras divertidas, as melodias têm personalidade e criam uma atmosfera diferente a cada faixa. Destaques para Knock ‘Em Out, Friday Night, Shame for You e Alfie, trilha sonora da menina Maísa. Já o recém lançado It’s Not Me, It’s You é um disco sem inspiração, sem ar, sem atmosfera. O disco segue uma linha mais dance, um pop mais básico (a maioria das canções tem refrões que poderiam facilmente compor um disco da Kylie Minogue) e deixa o estilão Brixton do primeiro álbum de lado. Ouvindo os dois sem saber dá pra imaginar que o primeiro é o segundo e vice-versa. Mas nem tudo é chato no recente trabalho de Lily, que continua afiadíssima nas composições. Everyone’s at It, He Wasn’t There e claro, Fuck You carregam o disco. Como sugere o nome do álbum, não sei se sou eu, mas o resto passa.Lily Allen vem ao Brasil pela segunda vez e se apresenta agora, dia 16 de setembro, na Via Funchal em SP e 17 no HSBC Arena no Rio de Janeiro.
No Clipe da Semana ficamos com uma palhinha ao vivo de Shame for You, uma das melhores do primeirão com cara de segundo Alright, Still.
Pra começar a semana!
domingo, 6 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Um poema às sextas!
A carta que não foi mandada, Vinícius de Moraes
Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor
Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O cone e o Rei
Quem nunca teve aquele desejo assassino (tipo o Pateta naquele desenho que ele se transforma num louco ao entrar no carro) de mirar aquele cone lá na frente, colocado estrategicamente pela CET, e acelerar, acelerar, acelerar e mandá-lo para casa do chapéu como nas perseguições dos filmes americanos?
Não foi de propósito, mas quando a ficha caiu e eu olhei pelo retrovisor e vi, ele, lá no chão, cerrei meu punho e falei “ahá, atropelei um cone, iuhuu!!!”.
Foi assim: o movimento de carros na região do Ginásio do Ibirapuera está um inferno nas duas últimas semanas devido à temporada de shows de Roberto Carlos. Desde o dia 21/08 até amanhã, 02/09, o Rei completará 8 shows na capital paulista. Os espetáculos começam a partir das 21h, mas desde às 18h o trânsito em torno do ginásio, que já não é lá essas coisas, vira uma loucura. Pois eu fiquei preso no rodízio e só pude deixar a região após às 20h. Puto com o horário e a bagunça, dei uma de Pateta e peguei a primeira saída livre que vi. Um carro a minha frente “estranhamente” deu seta para pegar a faixa congestionada da esquerda e deixou o caminho livre para o bonito aqui. Acelerei e bem em cima entendi o motivo da seta do outro carro. Dois cones fechavam a minha faixa.
Consegui desviar de um, mas o outro...
Postado por
Edu Zanardi
às
22:48
0
comentários
Marcadores: Instantâneas, Luto, Música, Vídeo
Tweetar



