Vanessa da Mata canta "Viagem" e emenda um trecho de "Mamãe passou açúcar em mim", do Simonal.
Sensacional...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Boa semana a todos!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Pra começar a semana!
domingo, 20 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Ídolos!
Nas últimas semanas tenho assistido alguns trechos do programa Ídolos, exibido pela Rede Record.
A primeira fase das audições, realizada em algumas capitais, conta com a aparição de alguns "figuras" candidatos a cantores. É engraçada e constrangedora ao mesmo tempo. Sempre bate aquela vergonha alheia! E dessa peneira pesca-se alguns talentos.
O programa tem o mérito de ser muito bem produzido e editado, amarra bem a história de alguns candidatos e consegue criar um clima de emoção daquela famosa e eterna batalha pelo sucesso.
As intervenções dos jurados e do apresentador são bem divididas e ditam bem o ritmo do programa.
Pensando musicalmente, acho que tem muita gente boa, muita gente com potencial e que poderiam viver de música sem depender de um programa de televisão. E não sei até que ponto, para quem realmente quer viver de música, vale a pena participar e se expor nessa disputa.
Quem se lembra dos ganhadores das edições passadas? Onde estão? Viraram ídolos?
São obrigados a gravar um disco comercial, ao gosto dos produtores, tocam a música de trabalho nas rádios por alguns meses (efeito de jabá), aparecem em alguns programas de TV da emissora detentora dos direitos do formato. Depois voltam ao ostracismo e ao SuperPop da Luciana Gimenez!
Por mais mais que o cara tenha talento e que cante bem, não é autêntico, é fabricado. E na arte, coisas fabricadas não prosperam, são descartáveis.
Mas pelo lado televisivo e de entreterimento, é um programinha bacana que rende bons momentos de descontração.
A primeira fase das audições, realizada em algumas capitais, conta com a aparição de alguns "figuras" candidatos a cantores. É engraçada e constrangedora ao mesmo tempo. Sempre bate aquela vergonha alheia! E dessa peneira pesca-se alguns talentos.
O programa tem o mérito de ser muito bem produzido e editado, amarra bem a história de alguns candidatos e consegue criar um clima de emoção daquela famosa e eterna batalha pelo sucesso.
As intervenções dos jurados e do apresentador são bem divididas e ditam bem o ritmo do programa.
Pensando musicalmente, acho que tem muita gente boa, muita gente com potencial e que poderiam viver de música sem depender de um programa de televisão. E não sei até que ponto, para quem realmente quer viver de música, vale a pena participar e se expor nessa disputa.
Quem se lembra dos ganhadores das edições passadas? Onde estão? Viraram ídolos?
São obrigados a gravar um disco comercial, ao gosto dos produtores, tocam a música de trabalho nas rádios por alguns meses (efeito de jabá), aparecem em alguns programas de TV da emissora detentora dos direitos do formato. Depois voltam ao ostracismo e ao SuperPop da Luciana Gimenez!
Por mais mais que o cara tenha talento e que cante bem, não é autêntico, é fabricado. E na arte, coisas fabricadas não prosperam, são descartáveis.
Mas pelo lado televisivo e de entreterimento, é um programinha bacana que rende bons momentos de descontração.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Patrick Swayze
O ator Patrick Swayze morreu hoje, aos 57 anos, vítima de câncer de pâncreas.
Gostava de Swayze, menos por seus filmes clássicos, como Ghost ou Dirty Dancing, mas muito por Caçadores de Emoção (foto abaixo), uma das minhas películas prediletas.
Até mais ver!

Pra começar a semana!
Pra começar muito bem a semana!
Aline Calixto, talentosa cantora mineira.
Com sua bela voz, sensualidade e um maravilhoso sorriso.
PêEsse: E belas pernas também!
domingo, 13 de setembro de 2009
Quando...
Quando as lembranças insistem em rondar
Quando as malditas mensagens insistem em escapar
Quando a tristeza se apropria do pensar
Quando temos motivos para rir e não conseguimos
Quando a paciência é necessária
Quando o anoitecer é torturante
Quando tomar “uma” é a salvação
Quando esperar a segunda-feira é a melhor opção!
Final de novela
O que foi esse último capítulo da confusa novela de Glória Perez?
Assisti poucas vezes, mas como bom noveleiro que sempre fui, e por todos os comentários que escutei não ficava difícil saber o que o final da trama reservava.
Uma cena em especial me chamou a atenção e confesso que fiquei chocado com tamanha displicência para o que deveria ser o ponto alto do capítulo. O reencontro da Maya com o Raj foi estranhíssimo, ela estava toda de branco, chorando, sem o filho e achando que o marido estava morto. De repente ela está com outro vestido, cheia de jóias, correndo para abraçar o amado, e as pessoas que estavam em volta simplesmente desapareceram?!? Só restando o casal em cena. Não houve nenhuma dramaticidade, deu impressão que foi tudo feito nas coxas, com pressa. Ficou muito esquisito, poderiam ter caprichado um pouco mais.
Apesar de já não ter mais paciência e nem tempo pra acompanhar uma novela do começo ao fim, gosto desse clima de último capítulo. Tudo dá certo, fica leve, os casais apaixonados se casam, outros flertam e deixam a impressão de romance no ar, os vilões são punidos, são reconciliações, arrependimentos, sorrisos, alegria e fica aquela impressão de que tudo, aconteça o que acontecer, sempre vai dar certo.
Assisti poucas vezes, mas como bom noveleiro que sempre fui, e por todos os comentários que escutei não ficava difícil saber o que o final da trama reservava.
Uma cena em especial me chamou a atenção e confesso que fiquei chocado com tamanha displicência para o que deveria ser o ponto alto do capítulo. O reencontro da Maya com o Raj foi estranhíssimo, ela estava toda de branco, chorando, sem o filho e achando que o marido estava morto. De repente ela está com outro vestido, cheia de jóias, correndo para abraçar o amado, e as pessoas que estavam em volta simplesmente desapareceram?!? Só restando o casal em cena. Não houve nenhuma dramaticidade, deu impressão que foi tudo feito nas coxas, com pressa. Ficou muito esquisito, poderiam ter caprichado um pouco mais.
Apesar de já não ter mais paciência e nem tempo pra acompanhar uma novela do começo ao fim, gosto desse clima de último capítulo. Tudo dá certo, fica leve, os casais apaixonados se casam, outros flertam e deixam a impressão de romance no ar, os vilões são punidos, são reconciliações, arrependimentos, sorrisos, alegria e fica aquela impressão de que tudo, aconteça o que acontecer, sempre vai dar certo.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Há oito anos...
Postado por
Anderson
às
12:29
1 comentários
Marcadores: História, Instantâneas, Internacional
TweetarPra embalar o fim de semana!
Aos solteiros de plantão na redação e àqueles que estão em "operações especiais"!
The Beatles, onde tudo começou, com "I feel fine".
I'm so glad that she's my little girl
She's so glad, she's telling all the world
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Allen Lily
Lily Rose Beatrice Allen é uma inglesa bunitinha de 24 anos que calça tênis legais, bebe, fuma e tem uma bela boca suja! E mesmo assim nós gostamos dela! Não pela sua postura no palco, nem fora dele, mas sim pelas suas músicas. Lily é uma espécie de Weezer do pop. A primeira audição parece meiga e alegre, mas é só prestar um pouco de atenção nas letras para descobrirmos um sarcasmo digno das melhores comédias inglesas.
Porém, musicalmente Lily Allen inverteu os discos. Se no primeiro álbum o artista geralmente segue uma linha de produção musical correta e sem invencionices ou experimentos, nos trabalhos seguintes normalmente são testados, ou tentados, saltos maiores. Pois Lily fez exatamente o contrário. Em seu primeiro álbum, Alright, Still (2006), a moçinha atira contra ex-namorados, garanhões e qualquer coisa que se mova em Londres – e isso inclui também seu irmão! Além das letras divertidas, as melodias têm personalidade e criam uma atmosfera diferente a cada faixa. Destaques para Knock ‘Em Out, Friday Night, Shame for You e Alfie, trilha sonora da menina Maísa. Já o recém lançado It’s Not Me, It’s You é um disco sem inspiração, sem ar, sem atmosfera. O disco segue uma linha mais dance, um pop mais básico (a maioria das canções tem refrões que poderiam facilmente compor um disco da Kylie Minogue) e deixa o estilão Brixton do primeiro álbum de lado. Ouvindo os dois sem saber dá pra imaginar que o primeiro é o segundo e vice-versa. Mas nem tudo é chato no recente trabalho de Lily, que continua afiadíssima nas composições. Everyone’s at It, He Wasn’t There e claro, Fuck You carregam o disco. Como sugere o nome do álbum, não sei se sou eu, mas o resto passa.
Lily Allen vem ao Brasil pela segunda vez e se apresenta agora, dia 16 de setembro, na Via Funchal em SP e 17 no HSBC Arena no Rio de Janeiro.
No Clipe da Semana ficamos com uma palhinha ao vivo de Shame for You, uma das melhores do primeirão com cara de segundo Alright, Still.
Porém, musicalmente Lily Allen inverteu os discos. Se no primeiro álbum o artista geralmente segue uma linha de produção musical correta e sem invencionices ou experimentos, nos trabalhos seguintes normalmente são testados, ou tentados, saltos maiores. Pois Lily fez exatamente o contrário. Em seu primeiro álbum, Alright, Still (2006), a moçinha atira contra ex-namorados, garanhões e qualquer coisa que se mova em Londres – e isso inclui também seu irmão! Além das letras divertidas, as melodias têm personalidade e criam uma atmosfera diferente a cada faixa. Destaques para Knock ‘Em Out, Friday Night, Shame for You e Alfie, trilha sonora da menina Maísa. Já o recém lançado It’s Not Me, It’s You é um disco sem inspiração, sem ar, sem atmosfera. O disco segue uma linha mais dance, um pop mais básico (a maioria das canções tem refrões que poderiam facilmente compor um disco da Kylie Minogue) e deixa o estilão Brixton do primeiro álbum de lado. Ouvindo os dois sem saber dá pra imaginar que o primeiro é o segundo e vice-versa. Mas nem tudo é chato no recente trabalho de Lily, que continua afiadíssima nas composições. Everyone’s at It, He Wasn’t There e claro, Fuck You carregam o disco. Como sugere o nome do álbum, não sei se sou eu, mas o resto passa.Lily Allen vem ao Brasil pela segunda vez e se apresenta agora, dia 16 de setembro, na Via Funchal em SP e 17 no HSBC Arena no Rio de Janeiro.
No Clipe da Semana ficamos com uma palhinha ao vivo de Shame for You, uma das melhores do primeirão com cara de segundo Alright, Still.
Pra começar a semana!
Com um sotaque vingativo e sarcástico, Elis Regina canta "Vou deitar e rolar", de Baden Powell e Paulo César Pinheiro.
Em homenagem à tarde de sábado no Clube da Cana, com sua rica carta de cachaças.
Mas que malandro sou eu
Pra ficar dando colher de chá?
Se eu não tive colher
Vou deitar e rolar
domingo, 6 de setembro de 2009
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