"Me disseram, porém
Que eu viesse aqui
Prá pedir de
Romaria e prece
Paz nos desaventos"
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Fiz amigos eternos,
Amei e fui amado,
Mas também já fui rejeitado,
Fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e...
tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!
Mas vivi!
E ainda vivo!
Eu não passo pela vida...
Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E
A VIDA É MUITO
para ser insignificante.
(Charlie Chaplin)
Ouvi algumas pessoas reclamando que o cinema nacional só exporta violência, que esse tipo de filme não devia representar o país e etc. Gente reclamando sem ter visto o filme!
O longa, apesar de inspirado em eventos reais, é ficção, não é um documentário ou coisa do tipo. Não vi nenhum tipo de apologia ou defesa aos bandidos ou aos ataques realizados. Tem alguns estereótipos necessários e alguns clichês desnecessários. Um dos méritos do filme é não julgar quem é certo ou errado.
O filme é muito bom, tem ótimas sacadas, mas não acho que seja pra representar o Brasil no Oscar. Taiguara no elenco é brincadeira, a atuação dele é sofrível.
No geral é muito bem dirigido mas peca em algumas cenas. Talvez esteja aí o grande defeito da indústria cinematográfica nacional, o bendito detalhe!
Quando acertarem essa finalização, forem mais perfeccionistas, nossas idas ao tapete vermelho serão constantes.
Fica a dica de cinema para o próximo fim de semana, vale a pena conferir!
Postado por
Anderson
às
15:31
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Marcadores: América Latina, Internacional, Política
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Tecnicamente o álbum segue a linha dos dois trabalhos anteriores de Madeleine, Careless Love (2004) e Half the Perfect World (2006). Tudo muito intimista, tudo muito baixinho. São canções tão suaves, e parecidas é verdade, que às vezes temos a impressão que estamos ouvindo a mesma música por horas. Mas Madeleine tem a seu favor o trabalho do produtor e compositor Larry Klein, que sabe na hora certa trazê-lo de volta do transe [falaremos mais da função de produtor em breve]. Bare Bones é o primeiro trabalho 100% autoral da cantora, que se notabilizou nos álbuns anteriores pelas versões de grandes compositores do jazz. Autoral, orgânico e cheio de baquetas ‘escovinha’ que eu adoro! A entrada é ótima: Instead e Bare Bones são convites irrecusáveis para o labirinto sinuoso de Madeleine. Lá no meio, já perdido, Peyroux incorpora Jah e manda You Can’t Do Me, daí pra frente não tem mais volta. Somethin’ Grand fecha o CD com a seguinte frase: Let the dream of sleep take troubles far way from me, all is forgiven…Vanessa da Mata canta "Viagem" e emenda um trecho de "Mamãe passou açúcar em mim", do Simonal.
Sensacional...
Eu era neném
Não tinha talco
Mamãe passou açúcar em mim...
Boa semana a todos!