A Estrada (The Road), 2010. Baseado no romance de Cormac McCarthy (mesmo escritor de Onde os Fracos não Têm Vez), o apocalíptico filme apresenta a saga de pai e filho num mundo devastado por sabe-se lá o quê. Juntos enfrentam solidão, fome, frio e um bando de canibais. Pesado, porém vazio. Como sempre, ótima interpretação de Viggo Mortensen. Nota: 2 gotas.
O Livro de Eli (The Book of Eli), 2010. Dizem que tem relação com A Estrada. Mais um tema apocalíptico, canibais e tal. São filmes diferentes, esse tem ação, o outro é drama, mas no frigir dos ovos gosto mais do Eli. O final tem uma sacada bem supimpa. Denzel Washington e Gary Oldman, boa dupla. Nota: 3 gotas.
Preciosa – uma história de esperança (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire), 2009. A história é comovente, mas não envolvente. Você só assiste pra saber o que de mais errado pode dar na vida da garota – e acredite, a cada minuto a coisa fica pior. Mo’Nique (a mãe fdp) mereceu o Oscar; Gabourey Sidibe ainda bem que não! Nota: 2 gotas.
Os Substitutos (Surrogates), 2009. Trhiller sobre um futuro não muito distante onde você pode comprar um avatar (não azul) a sua imagem (ou melhorada) e guiá-lo para fazer suas tarefas diárias. Bruce Willis investiga a morte de um homem que, supostamente, não deveria sofrer nada quando seu avatar é atacado. Nesse bolodório todo, Willis tenta salvar seu casamento com a sempre bela Rosamund Pike. O final é bacana. Go Bruce! Nota: 3 gotas.
Duplicidade (Duplicity), 2009. Filme de espionagem industrial metido a engraçadinho com Julia Roberts e Clive Owen. O filme poderia ter 30 minutos a menos, mas o resultado final é divertido e a química entre os dois funciona - já de outros carnavais. Mais um filme que termina de forma batuta. Nota: 2 gotas (se fosse mais curto levaria 3).





