sábado, 18 de julho de 2009

Definição

Macarrão (Michaelis)

ma.car.rão

sm (ital maccherone)

1 Massa de farinha de trigo em diversos feitios, mormente de canudinhos, para sopas e outros preparados culinários.

2 Canudos empregados como isoladores de fios elétricos. 3 Hum Chicote muito grosso. 4 Náut Gola ou metal fixo ao convés sob o cilindro ou tambor da roda do leme, por onde passam os galdropes. 5 Náut Peça de ferro ou latão fixada ao pavimento e que serve de guia para passagem de cabos. 6 pop Muco seco do nariz.

Tipo Orkut

"Eu e minhas amigas. Amo muito todas vocês!"

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dia Mundial do Rock

Pra começar a semana balançando a cabeleira e homenagear o Dia Mundial do Rock, a banda mais farofa da história e um dos maiores clássicos do glam rock: Twisted Sister... I WANNA ROCK \m/



Obrigado Deus pela distorção!

Rei mudo!

Transcrevo abaixo, trecho de uma entrevista do Fagner publicada na última sexta-feira no caderno Variedades do Jornal da Tarde. Sincero como poucos!

Fagner não vê necessidade de politizar suas letras, mas considera importante manter uma postura de indignação: “Minhas entrevistas são sempre contundentes. Isso muitas vezes se volta contra mim. Mas não tenho como me calar. É o Brasil que a gente está vivendo, que saiu da ditadura e está sujando as mãos na democracia".

Outro assunto que tira Fagner do sério é a quantidade de homenagens ao rei Roberto Carlos.
"O Roberto poderia comemorar seus 50 anos com um disco novo. Essa maratona de shows iguais vai cansar ele, é um marketing mal feito. Roberto deve ser comemorado sempre e não exaurir tudo em um ano. Mas isso não faz parte do roteiro, pelo menos dos empresários. E o Roberto não fala nada. É um rei mudo."

Quanto ao disco de Roberto em parceria com Caetano Veloso, Fagner também vê com desconfiança: "O disco com Caetano é um serviço de emergência que não fez a cabeça do público do Roberto. Ele deveria ter feito esse disco com o Erasmo, o maior parceiro dele. É difícil dar conselho, mas é impossível não criticar. É uma armação muito grande. Como ninguém aguentava os 50 anos da Bossa Nova, daqui a pouco ninguém mais vai aguentar ouvir Roberto Carlos."

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Leve 3 Pague 2

Um fim de semana de fábulas, romance, fotografia e kung-fu.

Herói (Ying xiong), 2004.
O Clã Das Adagas Voadoras (Shi Mian Mai Fu), 2004.
A Maldição Da Flor Dourada (Man cheng jin dai huang jin jia), 2006.

Viva o Zé!

Na última terça-feira, nosso querido Zé Alves completou mais uma primavera. Não nos convidou pra festa e nem levou bolo na redação... mas tudo bem, ele tem crédito!

Grande Zé, O CGC te deseja muita saúde e sucesso!

E pra embalar o fim de semana e em sua homenagem!! Jamiroquai, Virtual Insanity (sugestão de Anderson Reis).


Conversa de bar

Dicas de Xico Sá para um bom papo a mesa:

1) Um ligeiro gaguejar pode até oferecer um entusiasmo peculiar à conversa, ampliando o suspense nas suas boas palavras;

2) Nada pode ser mais irritante do que um pesquisador que diz o tempo todo: “Exatamente!, exatamente!!”;

3) Nunca diga “não tenho nada contra isso, mas...”. Adversativa imperdoável;

4) Nunca diga “no meu tempo...”;

5) Nunca termine uma sentença com um inescrupuloso “você não acha?”;

6) Evite o samba-exaltação na linha “encantador, encantador!”. Murmúrio de pseudo-artista;

7) Nunca seja escrupulosamente sincero ao ponto de questionar cada fato e corrigir qualquer impropriedade;

8) O mentiroso de qualquer espécie sabe que a recreação, e não a instrução, é a alma da conversa e acaba sendo muito mais civilizado do que o cabeça-dura que fica alardeando sua desconfiança em relação a uma história que é contada apenas para entreter a platéia;

9) Nelson Rodrigues e outras usinas de boas frases. Citações ad infinitum, evitemos, pois. Prefira o naturalismo-realista e conte histórias ou situações do seu próprio cunhado safado, da sobrinha tentadora, da vizinha do 704 etc;

10) Não conte filmes;

11) Muito menos sonhos. Interpretá-los em público, nem pensar, senhoras e senhores;

12) Não demonstre o seu cabacismo tecnológico, de modo a exaltar qualquer nova geringonça ou novidadismo do gênero;

13) Prefira a superfície bem fundamentada ao obscurantismo das teses ditas profundas - nota de rodapé em mesa de botequim é um desperdício;

14) Em caso de desconhecidos na mesa, não faça a maldita pergunta "o que você faz" logo nos primeiros goles;

15) Nunca se exalte demais diante de uma mulher bonita e gostosa ao ponto de querer discutir Faulkner com ela nos primeiros cinco minutos de conversa.

(continua...)

De O Carapuceiro.

Sarney piscou

A decisão de iniciar os trabalhos da CPI da Petrobrás na próxima semana foi uma grande piscada de Sarney. Se visse o STF ordenar o funcionamento da Comissão, teria seu poder ainda mais esvaziado e sua ínfima autoridade resistente, destruída.

Sarney usou o momento para agradar a oposição e tentar desviar o foco dos escândalos em torno de sua família, que pelo visto é bem maior do que a gente imaginava, e de todos os atos do Senado.

Porém, agora que sabemos que sua Fundação foi beneficiada pela petrolífera nacional, ele continuará no centro dos escândalos. O dosagem de Sarney pode tornar-se um veneno, já que a decisão de abrir a CPI não contou com o apoio do inamomível Renan Calheiros.

Isso não significa que estamos a ver os capítulos finais desta história. Pese em favor de Sarney que o PT não está na oposição; que os tucanos também estão comprometidos com Agaciel e farão muitos discursos, mas nada muito além do protocolar em vésperas de ano eleitoral. O DEM, ah, o ex-PFL foi fundado para sustentar Sarney e seus 5 anos na presidência da República. Eles não vão querer matar o pai agora. Édipo não explica a política.

P.S. Se falássemos que há uma opinião pública contrária que se expressa nos jornais e agora nos blogs poderíamos trazer uma idéia do velho Jorge Luis Borges, citada por uma amiga em uma mesa de bar: “não há opinião pública, há opinião de poucos que a expressam para o público”.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Pra assistir!

Acabo de assistir Tinha que ser você (Last Chance Harvey).

Dustin Hoffman e Emma Thompson estão impecáveis!

Um filme suave, que deixa saudade quando acaba! Vale a pena conferir!


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Eu e o rei!

Desde criança, sempre tive uma identificação muito forte com a figura e a música do Roberto Carlos, primeiro porque nasci no mesmo dia do seu aniversário e segundo, porque minha mãe - como outras milhares – era fã e tinha todos os vinis. Dia de domingo em casa era dia de música do “rei”.

Com o passar do tempo e com o meu senso crítico aguçado, passei a duvidar de toda essa realeza e se toda essa mística em volta dele era realmente autêntica.

Esse negócio de cantor ter contrato com emissora de TV, ter especial de fim de ano para os elenco da casa assistir, nunca me desceu bem.

O artista, principalmente do meio musical, precisa ter liberdade. Sendo ele o Rei, teria, no meu entendimento, que atender todas as mídias e ter disponibilidade a todas emissoras de TV.

Mas pra que se desgastar, se a Vênus Platinada é a líder de audiência? E quer queira ou não criou esse mundo de mimos e nobreza em torno de sua imagem!

Quanto a sua obra, principalmente até o início dos anos 90, fica redundante falar. Ele compôs e cantou o amor como ninguém. Influenciou e ainda é referência a diversos artistas. É, sem dúvida, o artista mais popular da história de nossa música, está no imaginário musical de qualquer brasileiro e atingiu com propriedade todas as camadas sociais.

Independentemente das minhas críticas e dúvidas, respeito e sou fã do cara.

A rede Globo, toda faceira, iniciou as comemorações de 50 anos de sua carreira e até do Casseta e Planeta o Robertão já participou. Daqui para o fim do ano, outras bizarrices com sua imagem vão se suceder.

Pra entrar nesse clima, o CGC também presta sua homenagem ao Rei, e pra começar a semana, um clipe dos primórdios: Negro Gato!

Notícias do hospício!

Nosso editor-fundador, Sr. Anderson, está algum tempo afastado da editoria e apenas escreve textos esporádicos, isso quando consegue subornar algum enfermeiro (ou será enfermeira??) e utilizar o computador.

As doses cotidianas estão desfalcadas, sem contar com o sumiço do Zé! Se alguém tiver notícias... por favor nos mandem!

A boa nova é que semana passada foi anunciada a previsão de alta do Sr. dos Reis, em no máximo 15 dias ele volta a ativa. Se ele suportou dois títulos alvinegros em menos de 2 meses, certamente vai suportar a carga de trabalho que o aguarda!

A redação está ansiosa e já prepara a festa de boas vindas.

Começou a contagem regressiva!!!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pra embalar o fim de semana!

Genial Tim!!

E o que eu quero é sossego!!!

Devaneios, aforismos ou microcontos?

Bastam algumas cervejas na cabeça, um celular na mão, o envio de mensagens sms, e os resultados quase sempre são desagradáveis.

E como evitar a angústia das mensagens que demoram a ser respondidas, ou pior, que não são respondidas?

Sem reciprocidade não há relacionamento que sobreviva!

Lavar 'roupa suja' no trabalho, quando feito com civilidade, causa efeitos surpreendentemente positivos.

A bondade sempre vai superar a maldade.

Mulher 'de fases'. Como agir? Como se portar? Como suportar?

Primeiro encontro... cinema... volta no shopping. Dar ou não a mão? Eis a questão? (em homenagem a um amigo)

Ah... e Oswaldo Montenegro é sensacional!! (em homenagem a outro amigo)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

2 ANOS DE CONTA-GOTAS!

“E eu falei parabéns...”


Sim, amigos contadores de gotas!

Comemoramos hoje o segundo aniversário do CGC! A redação está em festa (e o hospício também!), os editores já se encontram alcoolizados (o Zé Alves nem em SP está mais) e os estagiários pensam que isso aqui é uma boate, tantos são os celulares tocando músicas para lá e pra cá!

Num dos corredores, ouvi de um editor bêbado sobre a festa que está rolando: “finalmente um acontecimento para tirar a morte do MJ do foco da mídia mundial”. Êiiiita...

Desde 01 de julho de 2007, foram 777 postagens (um número cabalístico), centenas de comentários e quase quarenta mil page views!

Como hoje é também aniversário de uma de nossas musas inspiradoras, Marisa Monte, vai um barulhinho bom! O nome da música é lema na nossa redação: “Não é proibido”.



Vida longa!

Tim-tim!