sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Há oito anos...
Postado por
Anderson
às
12:29
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Marcadores: História, Instantâneas, Internacional
TweetarPra embalar o fim de semana!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Allen Lily
Porém, musicalmente Lily Allen inverteu os discos. Se no primeiro álbum o artista geralmente segue uma linha de produção musical correta e sem invencionices ou experimentos, nos trabalhos seguintes normalmente são testados, ou tentados, saltos maiores. Pois Lily fez exatamente o contrário. Em seu primeiro álbum, Alright, Still (2006), a moçinha atira contra ex-namorados, garanhões e qualquer coisa que se mova em Londres – e isso inclui também seu irmão! Além das letras divertidas, as melodias têm personalidade e criam uma atmosfera diferente a cada faixa. Destaques para Knock ‘Em Out, Friday Night, Shame for You e Alfie, trilha sonora da menina Maísa. Já o recém lançado It’s Not Me, It’s You é um disco sem inspiração, sem ar, sem atmosfera. O disco segue uma linha mais dance, um pop mais básico (a maioria das canções tem refrões que poderiam facilmente compor um disco da Kylie Minogue) e deixa o estilão Brixton do primeiro álbum de lado. Ouvindo os dois sem saber dá pra imaginar que o primeiro é o segundo e vice-versa. Mas nem tudo é chato no recente trabalho de Lily, que continua afiadíssima nas composições. Everyone’s at It, He Wasn’t There e claro, Fuck You carregam o disco. Como sugere o nome do álbum, não sei se sou eu, mas o resto passa.Lily Allen vem ao Brasil pela segunda vez e se apresenta agora, dia 16 de setembro, na Via Funchal em SP e 17 no HSBC Arena no Rio de Janeiro.
No Clipe da Semana ficamos com uma palhinha ao vivo de Shame for You, uma das melhores do primeirão com cara de segundo Alright, Still.
Pra começar a semana!
domingo, 6 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Um poema às sextas!
A carta que não foi mandada, Vinícius de Moraes
Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor
Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O cone e o Rei
Quem nunca teve aquele desejo assassino (tipo o Pateta naquele desenho que ele se transforma num louco ao entrar no carro) de mirar aquele cone lá na frente, colocado estrategicamente pela CET, e acelerar, acelerar, acelerar e mandá-lo para casa do chapéu como nas perseguições dos filmes americanos?
Não foi de propósito, mas quando a ficha caiu e eu olhei pelo retrovisor e vi, ele, lá no chão, cerrei meu punho e falei “ahá, atropelei um cone, iuhuu!!!”.
Foi assim: o movimento de carros na região do Ginásio do Ibirapuera está um inferno nas duas últimas semanas devido à temporada de shows de Roberto Carlos. Desde o dia 21/08 até amanhã, 02/09, o Rei completará 8 shows na capital paulista. Os espetáculos começam a partir das 21h, mas desde às 18h o trânsito em torno do ginásio, que já não é lá essas coisas, vira uma loucura. Pois eu fiquei preso no rodízio e só pude deixar a região após às 20h. Puto com o horário e a bagunça, dei uma de Pateta e peguei a primeira saída livre que vi. Um carro a minha frente “estranhamente” deu seta para pegar a faixa congestionada da esquerda e deixou o caminho livre para o bonito aqui. Acelerei e bem em cima entendi o motivo da seta do outro carro. Dois cones fechavam a minha faixa.
Consegui desviar de um, mas o outro...
Postado por
Edu Zanardi
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22:48
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Tweetarsegunda-feira, 31 de agosto de 2009
Pra começar a semana!
Senhoras e senhores, com vocês Etta James, uma das rainhas da música negra norte-americana, acompanhada por ilustres como Mr. Keith Richards e Mr. Robert Cray.
A diva canta Hoochie Coochie Gal. É, parece que as cantoras "mais contemporâneas" não inventaram a roda, com o perdão do conservadorismo!
Vejam quem assiste empolgadíssimo à jam session!
Um brinde!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Duas notas
O nosso bravo senador Eduardo Suplicy deve ter cheirado algo forte, tipo cueca suja, loção de barba paraguaia. Não há outra explicação. Ele já não é lá um primor de sanidade e de retórica, mas, nos últimos dois dias, “Dudu Supla” se superou.
Que história é essa de cartão vermelho, depois de seu partido ter livrado a cara do Sarney? Pra que gritar tanto na tribuna do Senado se o PT falou bem mansinho há uma semana?
Os analistas políticos dizem: “quis jogar pra torcida”. É bem provável que se trata de coisa mais simples: efeito retardado. Típico. Mais duas cheiradas dessa, e Suplicy vai chamar à discussão o espírito de Dom João VI, que raspou nossos cofres ao voltar a Portugal em 1821, advertindo-o com uma cartolina vermelha. Até o monarca bonachão entender o que aquilo significa... ai, que preguiça!
Nota 2 – Si bemol menor
Os mais próximos sabem da minha antipatia por Hugo Chávez e por essa gente toda que convoca plebiscitos e referendos na América do Sul. Seja por conta das consultas populares periódicas, seja pelos fechamentos de veículos de comunicação “não-governistas”, os bolivarianos da Venezuela, Bolívia e Equador não seriam – como diz um amigo – meus convidados prediletos para um fim de semana numa ilha paradisíaca.
O clube dos bolinhas que tentam solapar a democracia ganhou mais um membro: Álvaro Uribe, presidente colombiano. Tido e havido como a “face moderna” da Colômbia que se livra de suas mazelas – principalmente aquelas ligadas às guerrilhas, ao tráfico e à violência urbana – Uribe está cavando meios legais (sim, os tais referendos) junto ao Senado colombiano para o seu terceiro mandato.
Ele já havia tentado isso há coisa de três anos. Não conseguiu. Álvaro Uribe volta, pois, à carga e, assim, une-se “estrategicamente” àqueles que são considerados seus principais adversários políticos na América do Sul.
Quanto ao Brasil, só nos resta: “livrai-nos do Mal, Amém”.




