segunda-feira, 8 de junho de 2009

Para ver, ouvir e lutar

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No Clipe da Semana, um oferecimento de Adrian Cronauer...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Nó na madeira!

São 9 anos que o João nos deixou e foi cantar e encantar em outras rodas!

Pra embalar o fim de semana, Minha Missão, parceria com Paulo César Pinheiro.

Quase uma oração...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Verbete

Aproveitando o embalo...

flerte
fler.te
sm (ingl flirt) Namoro ligeiro, sem conseqüência.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Bem a (en)calhar!

Aproveitando a ocasião em que os debates sobre os benefícios (ou não) da solteirice são travados com cada vez mais paixão (ops!) nos comentários e posts, vai um texto sobre o assunto.

Está aí algo que eu gostaria de ter escrito! Como não tenho condições de redigir algo coerente, com sujeito, verbo e predicado, tomo emprestadas as palavras de “terceiros”.

O “artigo” é do Felipe Machado e está em seu blog, Palavra de Homem, onde há outras coisas muito interessantes! Vale a pena visitá-lo diariamente!


Relacionamentos sem destino

por Felipe Machado

Sábado, seis da manhã. Lá fora está um frio dos diabos. Em algum lugar da cidade, um homem pula da cama sem pensar duas vezes e pega o casaco de couro. Ele desce até a garagem, sobe na moto e vai se encontrar com um grupo de amigos. Juntos, pegam a estrada até Campos do Jordão.

O vento no rosto o faz se sentir vivo, o caminho é lindo. Chegando a Campos, o grupo estaciona e toma um café. Meia hora depois, as motos voltam à estrada. Algumas horas depois, estão em São Paulo.

Para algumas pessoas, esses caras são parte de um grupo de loucos. Como assim, viajar duas, três horas de moto até Campos apenas para tomar um cafezinho? Apesar de não fazer parte desse grupo, eu respondo: o interessante para eles não é chegar a algum lugar, mas curtir a viagem até lá.

Apesar dessa historinha estar longe de ser uma fábula, ela também tem um significado escondido. Uma metáfora, podemos dizer. Há homens que gostam do caminho, outros gostam do destino. Da mesma maneira que há homens que gostam de ser solteiros e homens que gostam de ser casados.

Solteiros convictos têm um pouco dessa turma que sobe na moto apenas pelo prazer de andar de moto. Eles não pensam em chegar a algum lugar, no caso, a uma família tradicional. Outros pensam apenas no destino: mulher, filhos, sogra – o pacote completo. E antes de você, mulher, criticar o comportamento do primeiro tipo de homem, saiba que também existe um monte de mulheres assim por aí.

Apesar de a sociedade geralmente criticar quem tem a solteirice como estilo de vida, acho que ninguém tem o direito de julgar o outro. É comum a gente achar que os solteiros são pessoas 'erradas', porque não tem o desejo de formar uma família. Discordo. Em primeiro lugar, porque não se pode julgar ninguém. Em segundo, porque quem gosta de ser solteiro gosta mais do caminho até o relacionamento do que do relacionamento em si. Como a turma de motoqueiros que gosta mais do trajeto do que do destino, o solteiro gosta da sedução. Depois que a conquista é concretizada, o interesse diminui. Quando se chega ao destino, é hora de começar outra viagem.

Como diz a filosofia tibetana, 'cada um, cada um' (a filosofia tibetana diz isso? Duvido). Como diz outro clichê, a vida é muito curta, e é uma só. O importante é ser honesto e deixar a situação clara desde o início.

Um solteiro convicto ao extremo não seria o par perfeito para uma mulher que sonha em ter doze filhos, mas isso é um assunto entre eles. Nunca se esqueça de que toda moto tem uma garupa. E quando a gente gosta de alguém, qualquer viagem é uma delícia.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Uma dose de política

Com a licença psiquiátrica (ainda sob suspeita) do nosso editor Anderson e o sumiço misterioso (ou seria misterioso sumiço?) do mestre Zé Alves, o blog anda sem as doses de política que sempre deram o tom na redação.

Confesso que nos últimos tempos não tenho me interessado muito pela política nacional, acho que liguei o automático e ando preferindo ouvir música a assistir telejornais. E depois da morte do Clodovil o cenário político não é mais o mesmo...

Mas mesmo sem estar muito por dentro da situação posso afirmar algumas coisas que não devem ter mudado.

Os deputados e senadores continuam trabalhando pouco e gastando muito.

O Sarney continua por lá... o Renan e o Collor também.

Nosso presidente está viajando.

O Serra e o Kassab devem estar tramando alguma lei mirabolante para interferir na individualidade do cidadão paulistano.

E por aí vai...

Dor de cotovelo

Há pouco, ouvindo um cd da Alcione, um verso de uma música me chamou a atenção, eu já conhecia, mas há muito tempo não escutava e é uma pérola da dor de cotovelo nacional.

Meu coração está aquietado e o verso não reflete em nada o meu presente, porém, é inegável que já afoguei, e muito, minhas mágoas num balcão de bar. E quem não afogou?

Bar, tristonho sindicato
De sócios da mesma dor
Bar, que é o refúgio barato
Dos fracassados do amor

(Bar da Noite, Haroldo Barbosa e Bidu Reis)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Pra entrar o fim de semana...

Procurando a batida perfeita!

Um poema às sextas!

Desencanto, de Manoel Bandeira

Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue.
Volúpia ardente...Tristeza esparsa...
remorso vão...Dói-me nas veias.
Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E neste versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

-Eu faço versos como quem morre.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Devaneios

Após uma noite de insônia e devaneios, cheguei (ou não) a algumas conclusões...

Amigos, poucos, seletos, confiáveis e bons!

Existem pessoas que se torna necessário evitar!

A maldade está enraizada no ser-humano, seja criança, adulto, homem, mulher...

Prefiro dez ressacas de vinho chapinha a uma moral!

Vodka, beba com moderação!

Absinto, não beba! Ou já peça a jaca pra enfiar o pé.

Cerveja, beba sem moderação... só não dirija depois!

Fofoca já é feio... feita por homens fica pior ainda!

Chico Buarque, quanto mais eu leio e escuto, mais eu gosto e admiro!

Mulheres, quanto mais eu conheço, mais previsíveis elas se tornam e conseqüentemente
menos eu entendo!

Mulheres, lindas e essenciais!

Ah, mulheres...

Não troco os meus 28 anos pelos 18 de ninguém...

Solteirice e liberdade, não tem preço!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ao alho e óleo...

Ontem, Anderson e eu fomos conferir o documentário Simonal – Ninguém sabe o duro que dei. Idealizado pelo casseta Cláudio Manoel e bancado pela Globo Filmes.

O filme consegue transmitir, de maneira fiel e sem rodeios, a história de encantamento popular, ostracismo e uma busca triste no final da vida pelo reconhecimento cultural de um dos maiores artistas que a música brasileira já teve.

Simonal foi grandioso, o seu trato com a platéia era único, seu swing e sua musicalidade eram acima da média. Mas também caiu no lugar comum; negro, de origem humilde, foi picado pelo bichinho da vaidade; gastava mais do que ganhava e achou que fosse intocável. No primeiro deslize foi boicotado pela classe artística e tachado de informante do regime militar para o grande público.

Durante mais de 20 anos foi esquecido e aquele que nos anos 60 fazia frente ao Rei Roberto, chegou ao fim da vida alcoólatra e perambulando pelos programas sensacionalistas vespertinos para provar que nunca havia sido “cagueta”.

Um artista pleno, que muita gente não sabe que existiu, e que a sala de cinema com pouco mais de 10 pessoas reflete bem o ostracismo em que caiu.

Pra começar a semana, Meu Limão meu limoeiro, uma pérola do “Simona”, comandando a platéia do teatro da TV Record.

“Sem champignon, ao alho e óleo, no máximo uma cebolinha e uma salsinha cortada...”

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Um drink ao inferno!

And now, for your viewing pleasure
the Mistress of the Macabre, the Epitome of Evil,
the most sinister woman to ever dance on the face of this Earth.
Bow your head.
Kneel and worship at the feet...
of Santanico Pandemonium!



After Dark
Performed by Tito and Tarantula

Sobre a TV

Ontem, cheguei em casa por volta das 22:15, ao ligar a TV, assisti o finalzinho do capítulo da novela Caminho das Índias, onde os personagens de Caio Blat e Isis Valverde estavam se casando. Me chamaram a atenção: o texto, a cerimônia (o que vai ter de gente querendo casar assim) e a verdade que os dois passaram em cena. Confesso que (quase) me emocionei...

**

Zapeando os canais, uma cena surreal, José Serra no programa da Luciana Gimenez. Não parei pra ver, mas deve ter sido, pra pegar leve, esquisito.

**

A TV Globo estreou recentemente duas séries, Força Tarefa e Tudo Novo de Novo.

A primeira, com texto de Marçal Aquino e Fernando Bonassi, achei muito bem produzida, com pegada de cinema, não duvido que vire um longa em breve. Murilo Benício, com interpretação na medida; Milton Gonçalves, dispensa comentários; e um elenco de nomes menos conhecidos, porém, que não deixa a peteca cair. Meu destaque pessoal vai para Fabíula Nascimento, interpreta Jaqueline, a namorada do Benício. Linda, linda demais.


A segunda, fugindo da característica das séries de sexta à noite, que investiam no humor escrachado. Traz um roteiro bem feito, texto de muito bom gosto e uma história que paira por temas familiares complexos e algumas cenas de humor pastelão. Uma comédia romântica leve e divertida de assistir.

Duas opções interessantes da TV aberta para as noites de quinta e sexta-feira.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Desde 88...

A um grande amigo que fica mais experiente hoje.

Grande cara, apaixonado por tudo que faz, coração enorme, corintiano de primeira linha.

Will, muita saúde e paz na sua (que também é nossa) caminhada.



Homenagem da editoria do CGC.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Como o vinho...

Paula Toller está cada dia mais bonita e tá cantando muito.

A loira está estonteante nesse novo DVD - Nosso. E o repertório é de extremo bom gosto.

Pra começar a semana derretendo satélites.