terça-feira, 9 de novembro de 2010

Os filmes de Outubro

O Sequestro do Metrô 123 (The Taking of Pelham 123), 2009. O que me afastava desse filme era o cavanhaque do John Travolta. Deveria ter obedecido meu senso estético! O ‘cavanha’ aqui não convence como vilão. Se você espera ação, stay away. Se gosta de uma (sempre) ótima atuação de D. Washington go ahead (John Turturro também está aqui e ele é style demais). Nota: 2 gotas.

Cadê os Morgan? (Did You Hear About the Morgans?), 2010. Putz, eu gosto do Hugh Grant. Acho a canalhice dele sensacional! Os recém separados Morgans são testemunhas de um assassinato e são obrigados pelo serviço de proteção a testemunha a se esconderem numa cidadezinha interiorana e aí a paixão reascende e blá blá blá. Ah, tem a horrível Sarah J. Parker. Nota: 1 gota (mas o HG é legal!).

Atraídos pelo Crime (Brooklyn’s Finest), 2010. O filme retrata as mazelas da vida de três policiais. Richard Gere está para se aposentar; Ethan Hawke é detetive da Narcóticos; e Don Cheadle é um dos maiores traficantes de NY (infiltrado). As histórias vão se encontrando até um final que, digamos, o título entrega. Nota: 3 gotas.

Dupla Implacável (From Paris With Love), 2010. Eu não errei não... os nomes em português e inglês são esses mesmos!! Mais um ponto negativo para o barbeiro de John Travolta. Ele que nesse filme é uma mistura de Highlander com As Panteras (as três, tamanha as façanhas do agente secreto!). Filme de ação pra dar risada, tipo Mandando Bala. Nota: 1 gota.

O Barão Vermelho (The Red Baron), 2010. Filme alemão falado em inglês. É meio estranho, mas depois de um tempo acostuma. A produção é excelente, com ótimos efeitos visuais e uma bela fotografia. O filme, evidente, conta a história do maior piloto de caça da 1ª Grande Guerra. Com Matthias Schweighöfer (Operação Valquíria), Til Schweiger (Bastardos Inglórios) e Joseph Fiennes. Nota: 4 gotas (veja o trailer).

Um Homem Sério (A Serious Man), 2010. Filme dos irmãos Coen é 8 ou 80. Ou você entende e acha ótimo, ou fica boiando e não entende m#@$% nenhuma. Nesse eu fiquei na bosta. Acho que até entendi, mas é aquilo mesmo? Prefiro não comentar. Nota: sei lá.

E A Lista continua...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Brasil e Irã

Como ficará a relação entre Brasil e Irã agora que Dilma foi eleita, será que Ahmadinejad receberá a nova presidente do Brasil com pedras na mão?

Tem gente torcendo pra isso acontecer (êita)!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A grande pergunta é...

Com a eleição de Dilma Roussef para a presidência do Brasil, a partir de 01 de janeiro de 2011 quem será a nossa primeira-dama?

domingo, 31 de outubro de 2010

Pra embalar o feriadão...

... no clima das Eleições 2010, espero que todos tenham feito como a Plebe e eu!


Uns chamam de dever cívico, eu chamo de dever pinico!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Uma aula de Marketing

No confessionário, chega Joãozinho e confessa:

- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- É tu, Joãozinho?
- Sou senhor Padre, sou eu.
- E com quem estiveste tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
- Olha... Mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora! Foi a Isabel Fonseca? Perguntou o padre.
- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.
- A Maria Gomes?
- Por mim, jamais o saberá...
- Ah! A Maria José?
- Não direi nunca!
- A Rosa do Carmo?
- Padre, não insista!
- Então foi a Catarina da pastelaria, não?
- Padre, isto não faz sentido.

O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então: - És um cabeça dura Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus meu filho.

Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.

O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe: - E então? Conseguiu a lista?
- Consegui. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMEÇA COM A ANÁLISE DE MERCADO!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Os filmes de Setembro

Atrasado, direto d'A Lista.

Provas e Trapaças (Assassination of a High School President), 2008. Estudante metido a repórter investiga trama que envolve além de provas e trapaças, remédios controlados e sexo com colegiais, tudo debaixo do nariz do diretor Bruce Willis. Sessão da tarde total. Nota: 2 gotas.

A Estrada (The Road), 2010. Baseado no romance de Cormac McCarthy (mesmo escritor de Onde os Fracos não Têm Vez), o apocalíptico filme apresenta a saga de pai e filho num mundo devastado por sabe-se lá o quê. Juntos enfrentam solidão, fome, frio e um bando de canibais. Pesado, porém vazio. Como sempre, ótima interpretação de Viggo Mortensen. Nota: 2 gotas.

O Livro de Eli (The Book of Eli), 2010. Dizem que tem relação com A Estrada. Mais um tema apocalíptico, canibais e tal. São filmes diferentes, esse tem ação, o outro é drama, mas no frigir dos ovos gosto mais do Eli. O final tem uma sacada bem supimpa. Denzel Washington e Gary Oldman, boa dupla. Nota: 3 gotas.

Preciosa – uma história de esperança (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire), 2009. A história é comovente, mas não envolvente. Você só assiste pra saber o que de mais errado pode dar na vida da garota – e acredite, a cada minuto a coisa fica pior. Mo’Nique (a mãe fdp) mereceu o Oscar; Gabourey Sidibe ainda bem que não! Nota: 2 gotas.

Os Substitutos (Surrogates), 2009. Trhiller sobre um futuro não muito distante onde você pode comprar um avatar (não azul) a sua imagem (ou melhorada) e guiá-lo para fazer suas tarefas diárias. Bruce Willis investiga a morte de um homem que, supostamente, não deveria sofrer nada quando seu avatar é atacado. Nesse bolodório todo, Willis tenta salvar seu casamento com a sempre bela Rosamund Pike. O final é bacana. Go Bruce! Nota: 3 gotas.

Duplicidade (Duplicity), 2009. Filme de espionagem industrial metido a engraçadinho com Julia Roberts e Clive Owen. O filme poderia ter 30 minutos a menos, mas o resultado final é divertido e a química entre os dois funciona - já de outros carnavais. Mais um filme que termina de forma batuta. Nota: 2 gotas (se fosse mais curto levaria 3).

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O 2º turno das eleições presidenciais

Pra começar a semana...

Cada vez mais enlouquecido com a NFL, o "pra começar..." dessa semana é uma homenagem ao tradicional Sunday Night Football nos EUA.

A maneira como a liga e as TV's americanas tratam as transmissões é sensacional! Só o clipe de abertura do jogo de domingo, com Faith Hill cantando o tema da NBC, é um espetáculo a parte.

A cantora country é a voz oficial do SNF desde 2007, um deleite para Everaldo Marques, narrador da ESPN que retransmite o jogo para o Brasil. Confira abaixo um dos clipes dessa temporada e hello bola!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Não tem coisa mais chata que...

... Nesse caso não é mais, e sim tão.

Se é insuportável acompanhar qualquer entrevista com a porta da Mallu Magalhães, a tal da Maria Gadú não fica longe não. Elas deveriam dar um tempo em suas turnês e fazer uma reciclagem. Aqui perto da redação tem um escola que poderia ajudar, a Pestalozzi!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pra embalar o feriadão...

Essa é a que eu mais quero ver e ouvir ao vivo.



É amanhã, muthafucka!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pra começar a semana...

Tudo começou assim, assistindo uma reprise do extinto Top 10 EUA MTV em 1996.



E eu ficava pensando... como o cara de boné faz aquilo?

domingo, 3 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2

O diretor José Padilha foi entrevistado pela repórter Fernanda Brambilla para o JT deste domingo sobre seu novo trabalho, Tropa de Elite - O inimigo agora é outro.

Em determinado momento, o diretor comenta sobre a proibição de filmar na Câmara dos Deputados em Brasília. Veja abaixo a reprodução desse trecho da conversa:

O fato de não poder filmar na Câmara dos Deputados, em Brasília, te chateou?

O que eu ouvi é que existe uma regra no Parlamento que proíbe filmes lá. A Sabrina Sato pode filmar lá. Um cineasta não pode. Se daqui a seis meses rodarem um filme lá, vou achar que é censura. Vou reclamar e espernear.

Então, você ficou chateado.
Fiquei um pouco chateado, sim. Mas nunca me disseram que a preocupação era com a imagem do Congresso. Isso seria burrice, porque eu posso reproduzir igual e filmar. Eu imito o que eu quiser. É que nem o deputado (Alberto Fraga, do DEM-DF) que acha que é personagem do filme. Nada a ver, só se chama Fraga...

Mas é curioso ele ter achado...
Deu o maior samba do crioulo doido em Brasília. Houve um debate no plenário, engraçado para caramba, no qual o José Genoíno disse: 'Temos que investigar esse filme. Não podemos deixá-lo achincalhar uma instituição brasileira'...

Nessa hora eu me lembro de outro filme: OLHA QUEM ESTÁ FALANDO!!!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Brincadeira de música ou música de brinquedo?

Mais um domingo preguiçoso, pós um sábado frenético na noitada paulistana. Uma ótima oportunidade para ficar em casa embaixo das cobertas vendo filmes repetidos e futebol na TV, certo? Completamente errado.

Acordo mais cedo que o habitual, faço algumas obrigações caseiras e vou rumo a mais um show esperado há certo tempo. O lugar, Sesc Vila Mariana, a companhia, duas amigas queridas, o motivo, cheira a pão de queijo com doce de leite.

Em 1992, Belo Horizonte deu a luz à uma banda que conquistou o cenário pop/rock do Brasil. Com letras simples, melodias tocantes e sutileza nos vocais, o Pato Fu entrou em cena.

O talento do casal Fernanda Takai e John Ulhoa é inquestionável desde o início. Porém, o novo projeto da banda que conta também com Ricardo Kactus, Xande Tamietti e Lulu Camargo se superou de forma fantástica.

“Música de Brinquedo” foi lançado no último final de semana com ingressos esgotados para os três dias de apresentações. A nova “brincadeira” do grupo tem como proposta promover um show de covers e alguns sucessos da banda tocados apenas com instrumentos de brinquedo e acessórios infantis.

Guitarras, violões, bateria, baixo, sanfona, piano, xilofone, kazoo, escaleta, flauta, entre outros mini instrumentos foram genialmente comandados pelo grupo que também se utilizou de chaveiros com sons psicodélicos, bonequinhos de plástico, ursos de pelúcia falantes, todos com cara de adquiridos na 25 de Março e espalhados por uma mesa de percussão improvisada pelo músicos convidados Thiago Braga e Mariá Portugal.

Como os próprios músicos dizem no palco, “o descontrole que é a graça deste show”. Os brinquedos são imprevisíveis, podem apresentar um som diferente a cada momento ou apenas decidem não funcionar. Essa é a maior expectativa. A banda inteira está em uma brincadeira musical e torce pra que ela se “comporte” da melhor maneira possível.

As surpresas não pararam por aí. Dois simpáticos bonecos, Ziglo e Gloco, deram um tom ainda mais lúdico ao show. Manipulados pelo tradicional grupo Giramundo, os simpáticos monstrinhos tiveram participação ativa no show, tocando instrumentos, dançando e cantando.

O repertório de “Música de Brinquedo” é tão variado quanto o público ali presente. No set list encontramos canções nacionais como “Sonífera Ilha”, “Ovelha Negra” e “Primavera”, além de hits do Pato Fu como “Eu”, “Perdendo Dentes” e “Made In Japan”.

Entretanto, as músicas que mais me emocionaram foram algumas internacionais, mais precisamente a que iniciou o Bis: “Love Me Tender”, do rei imortal Elvis Presley, a qual fez meus olhos se encherem de lágrimas (confesso) através da interpretação única de Fernanda. E parecia que eu adivinhei, estava ate com uma blusa do meu ídolo.

Os outros destaques, em minha opinião, ficaram por conta do rock pesado de “Live And Let Die” do sir Paul McCartney e de “Bohemian Rhapsody” do Queen, onde John “destrói” a guitarrinha infantil e Ziglo e Groco se arriscam nos backing vocals.

Não posso deixar de frisar, porém, que o maior destaque deste momento que presenciei sem dúvida é a presença de palco de Fernanda Takai. A delicada mestiça possui uma doçura inigualável em seu tom de voz, além de uma sutileza de movimentos surpreendente. Com certeza, tanta paz e serenidade que ela transmite ao cantar desperta além de encantamento, espanto, tamanho o talento apresentado.

Como resultado, “Música de Brinquedo” trouxe uma sensação de que o lúdico, a brincadeira e a criatividade presentes na crianças pode sim ser repassada aos adultos e o melhor, por adultos.

Faixa etária: crianças de 0 a 100 anos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Crepúsculo e Lua Nova

Sobrevivi!

Quero deixar claro que minha opinião será apenas em relação aos filmes, e não sobre a adaptação da obra de Stephenie Meyer - até porque não li os livros e nem pretendo fazê-lo (tenho muitos outros na frente).

Em Crepúsculo, acho interessante a condução do romance entre Bella e Edward. Prende até +/- os 56 minutos do filme. Depois que a garota descobre a verdade sobre o jovem, o lado misterioso e intrigante do relacionamento se perde um pouco.

Gosto da interpretação de Robert ‘Cedrico’ Pattinson, que encarna bem a sobriedade que seu personagem exige assim como a forma como conduz o namoro.

E os Cullen? Simpaticíssimos, gostei deles! Especialmente o Dr. Carlisle e a saltitante Alice.

Voltando... Depois da descoberta a história cai no melodrama (você queria o quê?). Porém, nessa hora o bicho pega, ou melhor, tenta pegar Bella. Essa açãozinha dá uma agitada no coreto.

O resultado final (para quem não conhece as minúcias do livro) não é chato nem insosso.

Mas também não é nada demais, óóóóóó, que puta filme! Nada que vá merecer, por exemplo, um pôster como tem na casa do Anderson (entreguei, haha!!).

***
Lua Nova repete a fórmula. Com a ausência do vampiro, quem entra em cena é o lobo mau – que músculos grandes você tem... é para te proteger melhor!

Achei sem novidades, sem grandes coisas em relação ao primeiro. Deve fazer a cama para o terceiro.

Notas: 4 gotas para Crepúsculo; 3 gotas para Lua Nova.