Em homenagem ao 1o. de Maio!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Alguém avise...
Cada um tem o seu aparelhinho com suas músicas e vídeos preferidos. Cada qual com sua individualidade e privacidade, certo? Não, errado!
Não sei se é só comigo, mas dia sim dia não me aparece um cidadão com essas maravilhas da tecnologia, tocando algum batidão do funk, alguma novidade do tecladinho nordestino ou algum lixo parecido.
Não fico lendo meu livro e nem cantando minha música preferida em voz alta no metrô!
Alguém precisa avisar esses caras que antes de inventarem o MP3 já tinham inventado o fone de ouvido.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A cumbia de Lugo
A música mais executada no Paraguai.
Como diz o refrão: Lugo tem coração, mas não usa camisinha!
“Se cambió mi país
Pero cambió de pañales
Cada cosa que sucede,
Apareció un mita’i
Por eso todos los perros
Dijo un parlamentario
Pensarán mas de tres veces
Para mandar a sus mujeres al confesionario
Lugaucho tiene corazón, pero no usó el condón
Lugaucho tiene corazón y así el cambio nos llegó
Lugaucho tiene corazón, pero no usó el condón
Lugaucho tiene corazón y así el cambio nos llegó
Tanto tiempo anduvo oculto
Una demanda de filiación
O golpeó en la semana santa santa
Dejando al tipo sin opción
Yo no soy el mas ingénuo
Quizás una mas del montón
Pero quedó en la historia
Se armó todo un culebrón
Empecemos si que a trabajar y a levantar el país!!!”
segunda-feira, 20 de abril de 2009
R, de...
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Pra embalar o fim de semana!
Ele que é o mais antenado nas novidades internacionais da música. Admirador de blues, jazz, hardcore e de todos os tipos de metal existentes. Nos últimos tempos, influenciado por mim e pelo Anderson, deixou-se levar pela nobreza, calma e simpatia de Paulinho da Viola.
E em sua homenagem, para embalar o nosso fim de semana (esticado pelo feriado, que beleza!!), uma do mestre.
A nostalgia dos guardados
É impressionante a minha capacidade de guardar e acumular papéis; são cifras de música, apostilas, panfletos dos mais variados tipos, cadernos, anotações, extratos bancários, correspondências; se vou um pouco mais fundo na arrumação, vem as cartas de ex-namoradas, fotos, aí... já viu.
Cada guardado tem um significado, uma história. Quando começo a revirar as coisas é uma demora sem fim, pois leio, releio, relembro. E aquele sentimento contraditório de nostalgia vem a tona.
Quantas lembranças, sejam elas boas ou ruins, ficam esquecidas, empoeiradas no fundo de uma caixa ou de uma gaveta.
Por mais que a cada arrumação eu jogue fora tantos papéis, outros tantos permanecem e vão permanecer e, de tempos em tempos, vão continuar alimentando minha memória e minhas lembranças.
Na minha última arrumação encontrei uma folha de caderno amarelada com uma frase, escrita com a minha letra, que não consigo lembrar em que situação e onde escrevi e de que autor é. Mas de alguma maneira, em algum momento ela deve ter tido algum significado e importância pra mim:
“ A necessidade que temos de aceitar as experiências difíceis, que nos agridem, e não fugir delas. Pelo contrário, enfrentá-las com toda a sua dor, porque é através delas – também – que crescemos e nos tornamos pessoas melhores.”
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Política na América Latina - 4 (Chile, México e Paraguai)
Chile: O grupo da presidente Michelle Bachelet, a Concertación, que governa o páis de 1990 passará pelo teste eleitoral mais difícil. O candidato da Frente que inclui socialistas e democrata-cristãos será o ex – presidente Eduardo Frei. Pela oposição, o candidato de direita e com o discurso da eficiência administrativa será o empresário Sebastián Piñeira.
Piñeira tem grande domínio dos recursos de mídia, o apoio dos setores conservadores e de saudosistas de Pinochet. Muitas medidas em torno das Comissões pelo Direito à Verdade, fortalecidas durante a Concertación, desagradaram os que viram no ex - ditador o salvador da pátria contra a “ameaça do comunismo”.
Porém, mais do que o apelo ao passado, é o desgaste de quase 20 anos de poder, asociada à crise internacional, que poderá selar o destino dos atuais detentores do poder no Chile. Uma prova de que a campanha de Frei não empolga foi o baixo número de presentes nas eleições primárias da Concertación.
México: o centro do debate mexicano é a questão do narcotráfico na fronteira com os EUA. O governo acaba de anunciar a redução de quase 30% no número de assassinatos da guerra ao tráfico no 1º trimestre de 2009. Mesmo assim, morreram quase 2000 pessoas. As vítimas, como na nossa guerra particular, são homens e jovens.
Paraguai: qual será o impacto do reconhecimento de paternidade do ex – bispo e presidente? Como reagirão os paraguaios tão católicos desde os tempos das missões jesuíticas? Em relação à crise ela está associada aos países vizinhos. Quando antes o Brasil e Argentina reagirem, melhor será para a economia paraguaia.
O presidente que começou com a expectativa positiva de mais de 90% da população enfrenta resistências em planos como a reforma agrária e a ineficiencia do Estado. Os que o apoiam querem medidas mais rápidas; os que se opõem, querem barrar qualuqer alteração que parta de Assunção.
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Zé Alves
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Tweetarterça-feira, 14 de abril de 2009
Política na América Latina - 3 (Uruguai)
As eleições presidenciais e parlamentares no Uruguai acontecem no final de 2009. O presidente Tabaré Vázquez, da Frente Ampla, uma coalizão de centro-esquerda, ostenta bons índices de popularidade, mas não há reeleição no Uruguai.
A economia do país Oriental, como também é conhecido por estar à margen direita do Rio da Prata (para quem vê desde o Oceano), teve altos e baixos atrelados à sua interdependência com a Argentina. Com a crise argentina de 2001, o país sofreu os efeitos colaterais, assim como acompanhou a surpreendente reação da economia argentina. A novidade, no entanto, foi diversificar as relações econômicas e, com a ascensão de Lula no Brasil, Tabaré Vázquez apostou na maior economia da região.
A política eleitoral é a mais estável e consolidada. Partidos como o Colorado e o Blanco (Nacional) são centenários. A própria Frente Ampla já tem mais de 30 anos.
O processo é dividido em duas etapas: primeiramente são realizadas eleições internas para a indicação dos candidatos. Definidos os nomes, a batalha final das urnas.
As pesquisas de opinião mostram a vantagem da Frente Ampla com 44% das intenções, seguida do Partido Nacional (Blanco), com 35%, e o tradicional Partido Colorado com apenas 8% das intenções de voto. Como se vê, o partido mais antigo do país, sofre com a polarização entre esquerda e direita protagonizada pela FA e pelo PN, respectivamente.
No entanto, a pequena vantagem da FA esconde um duro embate nas eleições primárias do partido. Disputam a indicação um ex-membro da guerrilha tupamaro, José Mujica, contra o ex ministro da Economia, Danilo Astori. A principal divergência entre os dois é o debate entre o papel da macroeconomia, defendida por Astori, e Mujica que defende o “apoio aos setores produtivos”.
Mujica, com perfil mais radical, lidera as pesquisas das internas do partido com 50% dos votos contra 33% do candidato com apoio governamental. Mujica é criticado pelos opositores como um político que seguiria as orientações dos Kirchner. Ele se defende dizendo que seu modelo é Lula da Silva.
Como se vê, os resultados da disputa interna poderá ter consequências no cenário nacional. A vitória de Mujica agregará todo o eleitorado da FA? A FA, como outros grupos de esquerda, deixarão escapar a oportunidade de seguir no poder por causa de disputas internas? A vitória da FA em 2004 foi o primeiro êxito de um partido de esquerda no Uruguai desde a sua independência, em 1825.
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Zé Alves
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Tweetarsegunda-feira, 13 de abril de 2009
Política na América Latina - 2 (Bolívia)
Outra exigência é o recadastramento dos eleitores. Morales, inicialmente manifestou seu descontentamento com a medida, pois os interesses da oposição seria retardar o calendário eleitoral.
A pressa de Morales justifica-se pelo temor dos reflexos da crise econômica. O ano de 2009 está salvo para o governo devido aos contratos de gás assinados no passado. Há verba em caixa que garante o pagamento de programas sociais e das aposentadorias de camponeses. O problema é que neste ano, o gás já teve uma desvalorização de mais de 40% e, inevitavelmente, esta perda trará problemas de caixa ao governo. O principal apoiador de Morales, Hugo Chávez, também enfrenta os efeitos da queda do preço do petróleo no mercado internacional e, portanto, será difícil um financiamento extra ao governo boliviano.
Como forma de abrir as negociações, Morales que está sendo acompanhado por cerca de 1000 pessoas em sua greve de fome, o mandatário disse concordar, ontem, com o recadastramento dos eleitores, mas não admite a alteração do calendário nem das regras eleitorais.
A tensão é tanta que Morales afirmou em entrevista ao canal estatal no último domingo que se algo acontecer com ele ou com o vice-presidente, Alvaro García Linera, será culpa da embaixada dos EUA e da "direita fascista" de seu país, segundo informa o El Pais.
Aproveitando a religiosidade boliviana e as celebrações da Semana Santa, Morales ainda arrematou: "Cristo deu sua vida pelos pobres e nós vamos fazer o mesmo”. Esta não é a primeira vez que Morales realiza uma greve de fome. Quando estava na oposição realizou uma que durou 18 dias.
A continuar o impasse os deputados aliados, que são a maioria, ensaiam uma renúncia que poderia levar ao fechamento do Congresso. A pergunta que não quer calar: a quem interessa este acirramento? O que ganha Morales e a oposição com esta queda-de-braço?
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TweetarPra começar a semana!
Uma frase proferida pelo nosso mestre Zé Alves:
“Não sei se a vida começa aos 40, mas aos 38, tenho a impressão de que ela está por terminar.”
domingo, 12 de abril de 2009
Política na América Latina - 1 (Argentina)
A presidente Cristina Kirchner e o vice, Julio Cobos, durante a campanha eleitoral de 2007. No momento, relação desgastada.
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Zé Alves
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