Don’t worry about the thing,
Cause every little thing gonna be all right.
Idade ideal para um homem se casar:
Aos 17 anos – 25 anos.
Aos 25 – 35.
Aos 35 – 48.
Aos 48 – 66.
Aos 66 – 17.
Idade ideal para uma mulher se casar:
Aos 17 anos – 17.
Aos 25 – 25.
Aos 35 – 35.
Aos 48 – 48.
Aos 66 – 66.

É deprimente assistir a atual situação do Ronaldo (ex-fenômeno), que hoje virou uma celebridade, alvo de chacotas por todo o mundo.
Ontem, ao voltar pra casa - após a tradicional reunião de editoria, regada a chope, Cynar, x-filet salada e x-burger - meu carro “estranhamente” me guiou até a Vila Madalena.
O clube está instalado numa garagem, não existe placa ou qualquer indicação. Quem passa pela rua acha que está acontecendo algum aniversário ou coisa do tipo. Nas paredes, desenhos de notas musicais e caricaturas de figuras da música.
Ao entrar, o clima é mesmo diferente, churrasqueira, mesas e cadeiras de alumínio, é como se estivesse em alguma festa de bairro, longe da badalação dos bares vizinhos.
Entre o público presente, algumas figuras carimbadas da noite e da música paulistana e um contraste entre a Terceira Idade e os jovens com a “cara” da Vila Madalena.
Um clima familiar, bastante agradável, cerveja gelada e o principal: boa música.
A roda musical é comandada pelo grupo Samba Raro e no decorrer da noite as canjas ficaram por conta de Wilson Sucena (sambista e compositor paulistano), Ione Papas (cantora paulistana de voz privilegiada) e Wanderley Monteiro (sambista, cantor e compositor carioca).
O espaço procura abrigar todo tipo de expressão cultural, desde a música até saraus de poesia.
O Clube Etílico Musical fica na Rua Fradique Coutinho, 1048 – Vila Madalena – Tel. 3815-8456. Funciona de quinta a domingo à partir das 18h.
Vale a pena conhecer!
O pensamento recebe a beleza do estilo ou o estilo recebe a beleza do pensamento?
A palavra leva à desvalorização da coisa ou a coisa leva à desvalorização da palavra?
Da coluna Enfermaria, de Mylton Severiano, na Revista Caros Amigos.
Simplicidade, de Maria Thereza Noronha (O verso implume, 2005)
O que por mar vier não sendo barco
alga coral peixe retardatário
será de mim o que deixei alhures:
praia perdida de remoto mar.
O que por ar vier não sendo asas
— aeronave ou ave migratória —
rumor será de vento nas acácias:
rota antiga de um sonho perdulário.
O que por terra vier será bem-vindo
como bem-vindas são as coisas simples,
estratégia e rotina se alternando:
legada a insanidade aos altos píncaros.
Extraído do sempre convidativo Poesia.Net.
Sim, as coisas simples são sempre bem-vindas!