sexta-feira, 18 de julho de 2008

Para embalar o fim de semana!

“A VIDA É PARA QUEM topa qualquer parada e não para quem pára em qualquer topada” Bob Marley

Don’t worry about the thing,
Cause every little thing gonna be all right.

A idade ideal...

Idade ideal para um homem se casar:

Aos 17 anos – 25 anos.
Aos 25 – 35.
Aos 35 – 48.
Aos 48 – 66.
Aos 66 – 17.

Idade ideal para uma mulher se casar:

Aos 17 anos – 17.
Aos 25 – 25.
Aos 35 – 35.
Aos 48 – 48.
Aos 66 – 66.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

O Brasil em "El Pais"

Três notícias sobre a terra brazuca em "El Pais" de hoje. Pasmem, todas positivas.

A primeira trata de uma comparação entre Lula e Chávez. O texto de um editorialista ressalta a capacidade de diálogo de Lula e a afirmação do Brasil como "a liderança" do continente. Algumas frases de Lula são destacadas para comprovar a imagem de um estadista. Um marketeiro petista não faria melhor.

Outra tratava do crescimento econômico do país e os obstáculos para sua continuidade por falta de trabalhadores qualificados. Na estimativa deles o Brasil crescerá na casa dos 5% até 2010 e depois em torno de 3 a 4%.

A terceira, num caderno sobre mercado têxtil, o Brasil é chamado de "Colosso do Sul" e dá-lhe elogios à produtividade desse setor. Estilistas e industriais são apresentados como "extremamente profissionais e criativos".

Raro encontrar esta percepção sobre o Brasil.

PêEsse1: Sempre há notas sobre futebol. Desnecessário dizer porque.

PêEsse2: Um estudo do governo espanhol despertará a inveja de doutores e doutorandos no Brasil. Os doutores na Espanha vivem a fase do pleno emprego. 96% dos doutores do país têm trabalho. Destes, 44% ocupam postos nas universidades e apenas 15% na indústria. O dado curioso é que a indústria financia quase 50% das pesquisas na terra de Cervantes e absorve pouca gente. As humanidades detêm pouco menos de 1/5 dos doutores daqui.
Em tempos de recessão o doutorado vale (por aqui)...

PêEsse3: Outra musa dos editores, Vanessa da Mata, está por aqui.

PêEsse4: Amanhã estréia "Tropa de Elite" aqui.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Rehab now!

Talvez Amy Winehouse faça com CéU a dupla de musas musicais do CGC – uma gringa e outra brazuca. Claro que não essa figura caquética que vemos estampando páginas e páginas de tablóides e sites pelo mundo afora. Mas a Amy que começou, lá atrás, em 2003 com o álbum Frank e que chegou inteirona na capa do seu segundo disco, Back To Black (2006).

Um ‘antes e depois’ que vi essa semana no Kibe Loco inspirou esse post. Pensei em publicar a imagem aqui, depois, achei melhor não ilustrar nossas páginas com tal comparação. Não acho justo com a moça. Acho triste e lamentável o estado em que ela se meteu.


Queremos vê-la morena, corada, com a pele limpa, de cabelos cuidados, maquiagem correta, frontside proeminente e, principalmente, cheinha. Uma menina discreta, que encanta pela voz, não pelo nariz!

Por enquanto, o pôster da paulistana está em local de destaque na redação. Já o clipe da semana é da ‘velha e boa’ Amy com Fuck Me Pumps (2003).

terça-feira, 15 de julho de 2008

O declínio de um ídolo

É deprimente assistir a atual situação do Ronaldo (ex-fenômeno), que hoje virou uma celebridade, alvo de chacotas por todo o mundo.

Após casamentos, separações, escândalos e travestis. A briga com a balança continua e não vejo nele nenhuma vontade em se recuperar.

Ele que já foi um exemplo de superação, após as lesões no joelho e a conquista do penta no Japão.

Ídolo e espelho de uma geração, dono de um talento inquestionável, chega na casa dos 30 anos num declínio visível, parece que ele chutou o balde e não quer mais saber do futebol.

Acho que seria muito mais louvável da parte dele, convocar a imprensa e anunciar o fim da carreira de atleta.

Ele não precisa, dentro de campo, provar mais nada. Jogou nos maiores clubes do mundo, ganhou títulos, é o maior artilheiro em copas do mundo e não deve ter nenhum problema com sua conta bancária.

Daí em diante pode abusar das noitadas, dos cigarros e de tudo o mais que quiser experimentar.

Tenho certeza que continuará sendo ídolo por todo o mundo, porém sem a responsabilidade e as cobranças de um jogador em atividade.

Pode ser que eu queime a língua e ele volte a jogar, mas não acho que tenha mais cabeça e preparo físico para suportar a carga de treinamentos e não é o que suas atitudes vêm demonstrando.

Será uma pena se ele insistir nessa exposição. É esperar pra ver!

Da série "Criatividade"


Duerme, duerme...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Notas hispano-romanas

O exercício da comparação é sempre difícil pela carga de valores que carrega e suas generalizações. Ao mesmo tempo, é um recurso fácil pois permite reconhecimentos.

Pedindo desculpas pelos valores implícitos e explícitos eis algumas observações.

A Espanha é mais organizada e os espanhóis mais diretos. Os romanos menos organizados e mais simpáticos.

Exemplos concretíssimos:

a) o metrô em Roma, em algumas estações fechadas para obras, mantém a escada rolante ligada para que você desça às profundezas e encontre a porta cerrada. No mesmo caso, em Madrid, um ônibus te transfere de uma estação a outra em minutos.

b) nos bares e cafés, com uma questão de idiomas semelhante ao nosso português, o italiano quer se comunicar de qualquer modo, inclusive com as mãos...

c) o trânsito em Roma, caótico; em Madrid a ordem; uma cidade é mais suja e invadida por turistas, a outra mais limpa e mais ensimesmada; em ambas, hordas de imigrantes.

d) os imigrantes de Madrid são do leste europeu e hispano-americanos; em Roma a presença do norte da África é mais visível. Sobre os imigrantes: eles merecem um post à parte.

e) em Roma, para um café ou um passeio, querem te seduzir; em Madrid, querem te convencer, são seguros.

Ambas cidades têm seus encantos.

P.S. Impossível não comentar uma publicidade em Roma com Ronaldo (o gorducho). Ele é garoto-propaganda de um produto de crescimento capilar. A propaganda é tão fajuta que chega a ser divertida. Dentre tantas questões não sabia que o modelito cabeça raspada era uma questão capilar...

Vaticano





Roma







Toledo




A latinidade na fonte: Madrid





sábado, 12 de julho de 2008

Clube Etílico Musical


Ontem, ao voltar pra casa - após a tradicional reunião de editoria, regada a chope, Cynar, x-filet salada e x-burger - meu carro “estranhamente” me guiou até a Vila Madalena.


Fui parar no CEM – Clube Etílico Musical, nome bastante sugestivo, e um lugar que eu não imaginava que existisse nos arredores da Vila.

O clube está instalado numa garagem, não existe placa ou qualquer indicação. Quem passa pela rua acha que está acontecendo algum aniversário ou coisa do tipo. Nas paredes, desenhos de notas musicais e caricaturas de figuras da música.

Ao entrar, o clima é mesmo diferente, churrasqueira, mesas e cadeiras de alumínio, é como se estivesse em alguma festa de bairro, longe da badalação dos bares vizinhos.

Entre o público presente, algumas figuras carimbadas da noite e da música paulistana e um contraste entre a Terceira Idade e os jovens com a “cara” da Vila Madalena.

Um clima familiar, bastante agradável, cerveja gelada e o principal: boa música.

A roda musical é comandada pelo grupo Samba Raro e no decorrer da noite as canjas ficaram por conta de Wilson Sucena (sambista e compositor paulistano), Ione Papas (cantora paulistana de voz privilegiada) e Wanderley Monteiro (sambista, cantor e compositor carioca).

O espaço procura abrigar todo tipo de expressão cultural, desde a música até saraus de poesia.

O Clube Etílico Musical fica na Rua Fradique Coutinho, 1048 – Vila Madalena – Tel. 3815-8456. Funciona de quinta a domingo à partir das 18h.

Vale a pena conhecer!


PêEsse: Imagem do site www.chicoalencar.com.br

Tostines de Schopenhauer

O pensamento recebe a beleza do estilo ou o estilo recebe a beleza do pensamento?

A palavra leva à desvalorização da coisa ou a coisa leva à desvalorização da palavra?


Da coluna Enfermaria, de Mylton Severiano, na Revista Caros Amigos.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Um poema às sextas!

Simplicidade, de Maria Thereza Noronha (O verso implume, 2005)

O que por mar vier não sendo barco
alga coral peixe retardatário
será de mim o que deixei alhures:
praia perdida de remoto mar.

O que por ar vier não sendo asas
— aeronave ou ave migratória —
rumor será de vento nas acácias:
rota antiga de um sonho perdulário.

O que por terra vier será bem-vindo
como bem-vindas são as coisas simples,
estratégia e rotina se alternando:
legada a insanidade aos altos píncaros.

Extraído do sempre convidativo Poesia.Net.

Sim, as coisas simples são sempre bem-vindas!