sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Há oito anos...

Pra embalar o fim de semana!

Aos solteiros de plantão na redação e àqueles que estão em "operações especiais"!

The Beatles, onde tudo começou, com "I feel fine".

I'm so glad that she's my little girl
She's so glad, she's telling all the world

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Da série Monstros do Esporte

Roger Federer

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Allen Lily

Lily Rose Beatrice Allen é uma inglesa bunitinha de 24 anos que calça tênis legais, bebe, fuma e tem uma bela boca suja! E mesmo assim nós gostamos dela! Não pela sua postura no palco, nem fora dele, mas sim pelas suas músicas. Lily é uma espécie de Weezer do pop. A primeira audição parece meiga e alegre, mas é só prestar um pouco de atenção nas letras para descobrirmos um sarcasmo digno das melhores comédias inglesas.

Porém, musicalmente Lily Allen inverteu os discos. Se no primeiro álbum o artista geralmente segue uma linha de produção musical correta e sem invencionices ou experimentos, nos trabalhos seguintes normalmente são testados, ou tentados, saltos maiores. Pois Lily fez exatamente o contrário. Em seu primeiro álbum, Alright, Still (2006), a moçinha atira contra ex-namorados, garanhões e qualquer coisa que se mova em Londres – e isso inclui também seu irmão! Além das letras divertidas, as melodias têm personalidade e criam uma atmosfera diferente a cada faixa. Destaques para Knock ‘Em Out, Friday Night, Shame for You e Alfie, trilha sonora da menina Maísa. Já o recém lançado It’s Not Me, It’s You é um disco sem inspiração, sem ar, sem atmosfera. O disco segue uma linha mais dance, um pop mais básico (a maioria das canções tem refrões que poderiam facilmente compor um disco da Kylie Minogue) e deixa o estilão Brixton do primeiro álbum de lado. Ouvindo os dois sem saber dá pra imaginar que o primeiro é o segundo e vice-versa. Mas nem tudo é chato no recente trabalho de Lily, que continua afiadíssima nas composições. Everyone’s at It, He Wasn’t There e claro, Fuck You carregam o disco. Como sugere o nome do álbum, não sei se sou eu, mas o resto passa.

Lily Allen vem ao Brasil pela segunda vez e se apresenta agora, dia 16 de setembro, na Via Funchal em SP e 17 no HSBC Arena no Rio de Janeiro.

No Clipe da Semana ficamos com uma palhinha ao vivo de Shame for You, uma das melhores do primeirão com cara de segundo Alright, Still.

Pra começar a semana!

Com um sotaque vingativo e sarcástico, Elis Regina canta "Vou deitar e rolar", de Baden Powell e Paulo César Pinheiro.

Em homenagem à tarde de sábado no Clube da Cana, com sua rica carta de cachaças.

Mas que malandro sou eu
Pra ficar dando colher de chá?
Se eu não tive colher
Vou deitar e rolar

domingo, 6 de setembro de 2009

Dia do Sexo

Hoje
6/9
é Dia do Sexo.
Aprecie com moderação.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Um poema às sextas!

A carta que não foi mandada, Vinícius de Moraes

Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis

No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor
Mas ao vê-lo assim tão triste e só

Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Da série Monstros do Esporte

Maria Esther Bueno

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O cone e o Rei

Hoje eu realizei um dos meus sonhos: atropelei um cone!

Quem nunca teve aquele desejo assassino (tipo o Pateta naquele desenho que ele se transforma num louco ao entrar no carro) de mirar aquele cone lá na frente, colocado estrategicamente pela CET, e acelerar, acelerar, acelerar e mandá-lo para casa do chapéu como nas perseguições dos filmes americanos?

Pois bem, hoje eu realizei um dos meus sonhos: atropelei um cone!

Não foi de propósito, mas quando a ficha caiu e eu olhei pelo retrovisor e vi, ele, lá no chão, cerrei meu punho e falei “ahá, atropelei um cone, iuhuu!!!”.

Foi assim: o movimento de carros na região do Ginásio do Ibirapuera está um inferno nas duas últimas semanas devido à temporada de shows de Roberto Carlos. Desde o dia 21/08 até amanhã, 02/09, o Rei completará 8 shows na capital paulista. Os espetáculos começam a partir das 21h, mas desde às 18h o trânsito em torno do ginásio, que já não é lá essas coisas, vira uma loucura. Pois eu fiquei preso no rodízio e só pude deixar a região após às 20h. Puto com o horário e a bagunça, dei uma de Pateta e peguei a primeira saída livre que vi. Um carro a minha frente “estranhamente” deu seta para pegar a faixa congestionada da esquerda e deixou o caminho livre para o bonito aqui. Acelerei e bem em cima entendi o motivo da seta do outro carro. Dois cones fechavam a minha faixa.

Consegui desviar de um, mas o outro...

Em minha homenagem, no Clipe da Semana, o Rei Roberto Carlos, o Calhambeque e mais uma das muitas histórias que acontecem comigo.

Começou o Centenário

Parabéns, Corinthians! Parabéns, Fiel!

Sabedoria popular!

Enviada por Rodrigo "Bronquinha" di Mônaco.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pra começar a semana!

Após um final de semana alucinante, uma canção para acariciar os ouvidos. O que vai abaixo é daquele tipo de música pra se ouvir com atenção, com a cabeça no travesseiro ou com o vidro do carro fechado.

Senhoras e senhores, com vocês Etta James, uma das rainhas da música negra norte-americana, acompanhada por ilustres como Mr. Keith Richards e Mr. Robert Cray.

A diva canta Hoochie Coochie Gal. É, parece que as cantoras "mais contemporâneas" não inventaram a roda, com o perdão do conservadorismo!

Vejam quem assiste empolgadíssimo à jam session!

Um brinde!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pra embalar o fim de semana!

Pequenas porções de ilusão...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Duas notas

Nota 1 – Ré menor

O nosso bravo senador Eduardo Suplicy deve ter cheirado algo forte, tipo cueca suja, loção de barba paraguaia. Não há outra explicação. Ele já não é lá um primor de sanidade e de retórica, mas, nos últimos dois dias, “Dudu Supla” se superou.

Que história é essa de cartão vermelho, depois de seu partido ter livrado a cara do Sarney? Pra que gritar tanto na tribuna do Senado se o PT falou bem mansinho há uma semana?

Os analistas políticos dizem: “quis jogar pra torcida”. É bem provável que se trata de coisa mais simples: efeito retardado. Típico. Mais duas cheiradas dessa, e Suplicy vai chamar à discussão o espírito de Dom João VI, que raspou nossos cofres ao voltar a Portugal em 1821, advertindo-o com uma cartolina vermelha. Até o monarca bonachão entender o que aquilo significa... ai, que preguiça!

Nota 2 – Si bemol menor

Os mais próximos sabem da minha antipatia por Hugo Chávez e por essa gente toda que convoca plebiscitos e referendos na América do Sul. Seja por conta das consultas populares periódicas, seja pelos fechamentos de veículos de comunicação “não-governistas”, os bolivarianos da Venezuela, Bolívia e Equador não seriam – como diz um amigo – meus convidados prediletos para um fim de semana numa ilha paradisíaca.

O clube dos bolinhas que tentam solapar a democracia ganhou mais um membro: Álvaro Uribe, presidente colombiano. Tido e havido como a “face moderna” da Colômbia que se livra de suas mazelas – principalmente aquelas ligadas às guerrilhas, ao tráfico e à violência urbana – Uribe está cavando meios legais (sim, os tais referendos) junto ao Senado colombiano para o seu terceiro mandato.

Ele já havia tentado isso há coisa de três anos. Não conseguiu. Álvaro Uribe volta, pois, à carga e, assim, une-se “estrategicamente” àqueles que são considerados seus principais adversários políticos na América do Sul.

Quanto ao Brasil, só nos resta: “livrai-nos do Mal, Amém”.