terça-feira, 25 de janeiro de 2011
São Paulo 457 anos
domingo, 23 de janeiro de 2011
Twitpic #2
Postado por
Edu Zanardi
às
16:27
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Tweetarsegunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Dia de Sorte
- Naty, você vai no show da Amy?
- Vou, mas ainda não comprei ingresso. Vou tentar a boa e velha “cambistagem”.
- Ah, tenho um ingresso sobrando e...
- Jura? Você vai me dar um ingresso?
- É, então, mais ou menos...
- Ah, vaaaaaaai?
- Tá bom Naty, é seu! Me encontra agora pra pegar!
Assim meu dia começou a ser afortunado.
Fiz algumas ligações, outras amigas queriam comprar ingressos lá na porta do evento, encontrei-as e rumamos à Arena Anhembi.
Fofocas em dia, agora a meta era comprar mais dois ingressos. Me empenhei como se fossem para mim, pois queria muito que as amigas assistissem ao show comigo.
Pechinchamos, subornamos segurança, perguntamos aos carros que passavam, e até tentamos ultrapassar um portão entreaberto. Muitas, diferentes e falhas tentativas.
Não imaginávamos que os ingressos iriam se esgotar. Para nós, eles seriam vendidos por uma bagatela pelos cambistas, já que ninguém se interessava mais tanto por uma cantora “decadente” e por dois artistas nada conhecidos nas terras tupiniquins.
Erramos, (in)felizmente.
Há quase uma hora antes de Amy Winehouse subir aos palcos, tive que deixar minhas companheiras na esperança de que ambas ainda conseguiriam ingressos, e adentrei no lotadíssimo Summer Soul Festival.
Mayer Hawhorme... só consegui ouvir do lado de fora. De Janelle Monáe pude aproveitar o finalzinho do show e ai minha nossa! Ela surpreendeu com seus pés inquietos e uma voz que lhe chamou grande responsabilidade nesta turnê.
Míseros 25 minutos de atraso (não é nada para quem esperou um hiato de dois anos acabar) e “senhoras e senhores, com vocês, senhorita Amy Winehouse”.
A musa soul invade o palco. Timidamente linda, com sua tradicional cabeleira, argolas douradas enormes e um vestido preto com detalhes brancos estilo pinup anos 60.
“Just Friends” foi a primeira. E, já no início, a cantora se atrapalhou e esqueceu alguns trechos. Muitos comentários maldosos surgiram e o medo de que acontecesse o mesmo até o fim do show era grande.
Após este deslize, a inglesa se apresentou bem acanhada, aparentando certo medo da reação do público mediante as mancadas que ela mesma sabia que eram fáceis de dar. Mas não.
Com “Boulevard of Broken Dreams”, música conhecida na voz de Tonny Bennet (não, não é a do Green Day), Amy Winehouse deixou a Arena Anhembi boquiaberta, tamanha a força e paixão que colocou em sua voz.
De repente, os receios começaram a desaparecer. Aos poucos, Amy sorria, agradecia ao término de todas as músicas, até sensualizava com um singelo rebolado, e o mais importante para quem estava ali: falou conosco.
Em uma turnê de cinco shows, apenas em um deles a diva falou com o público. E eu, estava lá!
Os hits se apresentaram de maneira já esperada, com a cantora fazendo algumas modificações em suas execuções, principalmente em “Rehab”, “Back to Black e “Tears Dry On Their Own”. “Love is a Losing Game” deixou o público encantado e emocionado, e pra fechar o show, “Me and Mr. Jones” para empolgar a platéia. Entretanto, “Valerie” fez o público se animar e cantar extremamente alto a letra inteira.
Contudo, pessoalmente falando, o ápice da noite foi “You Know, I’m No Good”. Esta é a canção que mais amo, e eu já nem tinha esperanças de ouvi-la ao vivo, pois ela ainda não havia cantado no Brasil em nenhum dos shows anteriores. A alegria foi tanta que até liguei para um amigo que divide este gosto comigo e disse “não acredito, ela ta cantando!”.
Dançando e rodopiando como criança, Amy demonstrou muito carinho com a banda, principalmente com o baixista (detentor de um Höfner parecido com o de sir Paul, lindo) e com os backing vocals Zalon e Heshma Thompson. Os irmãos e exímios dançarinos têm destaque maior no show, pois a senhorita Amy Winehouse dá espaço para que eles cantem duas músicas. Zalon, inclusive, irá lançar um CD pelo selo da cantora Lioness, ainda este ano.
Dia 15 de janeiro de 2011, marcado como “dia de sorte”. Vi uma das melhores cantoras da atualidade; São Pedro ajudou com um dia sem um pingo de chuva; achei R$20,00 no chão; duas fichas de R$5,00 cada; e saí de mais um show com aquele sorriso estampado no rosto.
Graças aos deuses da música, DIVA É SEMPRE DIVA. Apesar dos escândalos, tropeços (se até Paul McCartney tropeçou, porque ela não pode?), antipatia em alguns casos e muitas outras coisas que denegriram sua imagem, aqui em São Paulo Amy surpreendeu. Mostrou-se simpática, talentosa e com vontade de continuar com força e beleza.
Agora, o que resta é aguardar o próximo CD da diva, aí sim saberemos se Amy Winehouse conseguirá manter o sucesso e o equilíbrio. Competência ela ainda tem de sobra.
PêEsse: fotos de má qualidade, eu sei (assim como o telão do festival), mas provam que eu estive lá!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
As notícias do dia
- Hacker quebra código de segurança que impediria jogos piratas no PS3.
- Amy Winehouse interpretou apenas 10 músicas e deixou de cantar 7 em sua 1ª apresentação nos palcos cariocas.
Agora é com você, qual a notícia MAIS e MENOS óbvia do dia?
domingo, 9 de janeiro de 2011
Who's the good guy?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Os filmes de Dezembro (ou do ano passado)
A Rede Social (The Social Network), 2010. Três coisas fazem do filme do Facebook um dos melhores de 2010. 1) a história em si é digna de cinema; 2) a direção de David Fincher e o trabalho de edição; 3) as interpretações – Eisenberg, Timberlake e Garfield estão ótimos. Arrisco dizer que é o Cidadão Kane da era Digital – a rosebud de Zuckerberg: ela aceita ou não? Em 2010 só ficou atrás de A Origem. Nota: 6 gotas.
Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 1 (Harry Potter and the Deathly Hallows - Part One), 2010. Achei a idéia de separar o último livro em duas partes excelente. Em vez de um final de 15 minutos teremos um Grand Finale de 2h00 de duração! Aí sim! Para àqueles que não gostaram do final corrido d’A Ordem da Fênix, agora não teremos do que reclamar. Gosto bastante do trabalho de interpretação de todo o elenco. E tem também o lado social... Nunca na história do cinema um filme empregou tantos atores velhos – nem em Cocoon! Nota: 4 gotas (e ansioso pela parte 2).
On DVD
Homens Que Encaram Cabras (The Men Who Stare at Goats), 2009. Ewan McGregor é um jornalista que leva chifre da mulher e resolve cobrir a guerra no Iraque. Lá conhece George Clooney, um ex-soldado da 1ª unidade parapsicológica do exercito americano treinada por Jeff Bridges e sabotada por Kevin Spacey. E a cabra? Uma história sem pé nem cabeça onde as cabras não têm importância nenhuma e tudo termina com McGregor dando uma de Jedi (de novo)! Uma merda. Nota: 1 gota.
Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada (Dan In Real Life), 2008. Eu acho que eu já vi esse filme, mas com outro nome... Ah, lembrei! Já assistiu Tudo em Família? Pois é igualzinho. O irmão leva a namorada para passar o Natal na casa dos pais, daí o outro irmão se apaixona pela namorada do irmão, daí ela vai embora, mas depois volta pra virar a namorada do irmão do um. Sacou? Como eu gosto do Steve Carell (sério) e da Juliette Binoche, vai ganhar uma gota a mais. Nota: 2 gotas.
A Batalha dos 3 Reinos (Red Cliff), 2008. Épico chinês dirigido por John Woo. Ah, mas eu não gosto daqueles ninjas voando sobre bambus tipo O Tigre e o Dragão! Calma valentão, não tem nada disso. A Batalha é um filme de guerra, com belas cenas de luta, grandes atuações e estratégias de batalha sensacionais. Mas fique atento para não perder a legenda, pois enquanto você tenta ler “vamos avançar pela frente com toda a força” o china já mandou um xi ping jo há muito tempo! Nota: 5 gotas.
Transformers: A Vingança dos Derrotados (Transformers: Revenge of the Fallen), 2009. Você sabe qual é a história do filme? Não. Nem eu. E quem se importa? A gente só quer ver porrada entre robôs gigantes e a Megan Fox. Filme pra nenhum mecânico botar defeito. É melhor que o primeiro porque agora você consegue distinguir quem é quem nas lutas. E eu quero um Bumblebee novo (esse eu tinha)! Nota: 2 gotas (o desenho era bem mais legal).
Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (Percy Jackson and the Lightning Thief), 2010. Quem leu o livro deve ter as mesmas críticas dos pottermaniacos. Como eu entendo a palavra ADAPTAÇÃO, relevo os buracos do roteiro e o resultado é bom e divertido. PJ é filho de Poseidon e junto com Hermione e Rony (?) sai em missão atrás do cara que roubou o raio de Zeus. Participações especiais de Sean Bean, Uma Thurman, Rosario Dawson e Pierce Brosnan. Nota: 3 gotas.
Letra e Música (Music and Lyrics), 2007. Caraca, esse filme já tem 4 anos! Ah o frescor das comédias românticas e seus roteiros sempre originais. #HughGrantCanastrãoStyle. Nota: 1 gota.
Segredos de Estado (Quelques Jours em Septembre), 2006. Ignorem qualquer sinopse desse filme, elas entregam o final – não que não dê pra sacar, mas por que não ficar com a pulginha atrás da orelha? Juliette Binoche sempre ótima; John Turturro sempre style. Dica: se você sacar o final adiante algumas cenas, porque o filme é francês e tem hora que enche o saco. Destaque para a discussão sobre o povo americano. Nota: 3 gotas.
O Menino do Pijama Listrado (The Boy in the Striped Pajamas), 2008. Filmes sobre o holocausto me incomodam*, mas a abordagem do tema pelo ponto de vista de dois garotos (um alemão e um judeu) separados por uma cerca é muito bacana. Tão bacana que você sente vontade de ver mais da interação entre o expressionista Bruno e o meigo Schmuel (que tadinho, é a cara do Gollum). O filme poderia ter mais que os 90 minutos originais. No elenco Vera Farmiga e David (Lupin) Thewlis. Prepare o lenço. Nota: 3 gotas.
* Nada que uma sessão de Bastardos Inglórios não resolva!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
O melhor anúncio do mundo
A Carlsberg disse ter criado o melhor anúncio do mundo (provavelmente), e mesmo não sendo o melhor, certamente é o mais útil.
Você rasga a página da revista, segue as instruções e o transforma em um abridor de garrafas.
Mesmo que dê pra fazer isso com qualquer pedaço de papel, melhor entrar no clima e imprimir o anúncio disponível no site probablythebestadintheworld.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
No ano do Facebook...
Postado por
Edu Zanardi
às
16:06
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Marcadores: Charges, Humor, Internet, Tecnologia
Tweetarsegunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Caverna do Dragão no cinema
A situação (visualiza): Caverna do Dragão foi baseado num RPG mega famoso (Dungeons & Dragons) e o desenho virou um baita sucesso. Até hoje milhões de pessoas discutem sobre as aventuras de Hank, Eric, Presto e Cia sobre o famoso, polêmico, misterioso e inexistente último episódio!
A idéia/pergunta (pensa): por que nenhum mega estúdio de Hollywood compra o catzo da sinopse do último episódio (escrita pelo roteirista da série original Michael Reaves), contrata a mesma galera que adaptou O Senhor dos Anéis para o cinema, chama o Peter Jackson (claro) e faz um puta filme que será aclamado por milhões e milhões de fãs órfãos do desenho?
Os caras adaptam Nárnia, Bússola de Ouro, Percy Jackson e até umas corujas metidas a guardiãs, agora, Caverna do Dragão não! Caraca, é impossível que ninguém na face da Terra já não tenha pensado nisso?!?!
Hollywood, me chama que eu vou...


