Pra embalar o fim de semana, Minha Missão, parceria com Paulo César Pinheiro.
Quase uma oração...
Com a licença psiquiátrica (ainda sob suspeita) do nosso editor Anderson e o sumiço misterioso (ou seria misterioso sumiço?) do mestre Zé Alves, o blog anda sem as doses de política que sempre deram o tom na redação.
Confesso que nos últimos tempos não tenho me interessado muito pela política nacional, acho que liguei o automático e ando preferindo ouvir música a assistir telejornais. E depois da morte do Clodovil o cenário político não é mais o mesmo...
Mas mesmo sem estar muito por dentro da situação posso afirmar algumas coisas que não devem ter mudado.
Os deputados e senadores continuam trabalhando pouco e gastando muito.
O Sarney continua por lá... o Renan e o Collor também.
Nosso presidente está viajando.
O Serra e o Kassab devem estar tramando alguma lei mirabolante para interferir na individualidade do cidadão paulistano.
E por aí vai...
Há pouco, ouvindo um cd da Alcione, um verso de uma música me chamou a atenção, eu já conhecia, mas há muito tempo não escutava e é uma pérola da dor de cotovelo nacional.
Meu coração está aquietado e o verso não reflete em nada o meu presente, porém, é inegável que já afoguei, e muito, minhas mágoas num balcão de bar. E quem não afogou?
Bar, tristonho sindicato
De sócios da mesma dor
Bar, que é o refúgio barato
Dos fracassados do amor
(Bar da Noite, Haroldo Barbosa e Bidu Reis)
Postado por
Fábio Almeida
às
11:38
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Marcadores: Brevíssimas..., Música, Variedades
TweetarDesencanto, de Manoel Bandeira
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue.
Volúpia ardente...Tristeza esparsa...
remorso vão...Dói-me nas veias.
Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E neste versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
-Eu faço versos como quem morre.
Após uma noite de insônia e devaneios, cheguei (ou não) a algumas conclusões...
Amigos, poucos, seletos, confiáveis e bons!
Existem pessoas que se torna necessário evitar!
A maldade está enraizada no ser-humano, seja criança, adulto, homem, mulher...
Prefiro dez ressacas de vinho chapinha a uma moral!
Vodka, beba com moderação!
Absinto, não beba! Ou já peça a jaca pra enfiar o pé.
Cerveja, beba sem moderação... só não dirija depois!
Fofoca já é feio... feita por homens fica pior ainda!
Chico Buarque, quanto mais eu leio e escuto, mais eu gosto e admiro!
Mulheres, quanto mais eu conheço, mais previsíveis elas se tornam e conseqüentemente
menos eu entendo!
Mulheres, lindas e essenciais!
Ah, mulheres...
Não troco os meus 28 anos pelos 18 de ninguém...
Solteirice e liberdade, não tem preço!
A segunda, fugindo da característica das séries de sexta à noite, que investiam no humor escrachado. Traz um roteiro bem feito, texto de muito bom gosto e uma história que paira por temas familiares complexos e algumas cenas de humor pastelão. Uma comédia romântica leve e divertida de assistir.
Duas opções interessantes da TV aberta para as noites de quinta e sexta-feira.
